2012/07/30

"E AÍ, COMEU?” chega a marca de dois milhões de espectadores

 Com coprodução da Globo Filmes, filme é o recordista de público entre títulos nacionais em 2012


Protagonizado por Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira e Emilio Orciollo Netto, “E aí, comeu?” acaba de ultrapassar a marcar de dois milhões de espectadores. A comédia, baseada na peça homônima vencedora do prêmio Shell de Marcelo Rubens Paiva, passeia pelo universo sentimental e sexual masculino e expõe de forma bem humorada as angústias de três amigos inseparáveis, discutidas em uma mesa de bar.

“Acho que o filme faz sucesso porque o público se vê na tela. Quem nunca levou um pé na bunda, sofreu por amor ou traiu? Eu me identifico com os três personagens. Tenho um pouquinho de cada um deles”, revela Bruno Mazzeo.

O filme é dirigido por Felipe Joffily e traz em seu elenco as atrizes Dira Paes, Juliana Schalch, Laura Neiva e Tainá Muller, além do cantor Seu Jorge, como um garçom amigo do trio. Na trama, há ainda participações de Murilo Benício, Katiuscia Canoro, José de Abreu, Juliana Alves Barbosa e Renata Castro Barbosa.

Com produção da Casé Filmes e coprodução da Globofilmes, RioFilme, Telecine e Teleimage, o longa metragem tem distribuição conjunta da Paris Filmes, RioFilme e Downtown Filmes. 

Sinopse “E aí, Comeu?”:
O filme conta a história do trio inseparável formado por Fernando (Bruno Mazzeo), recém-separado, que conhece uma adolescente linda, e, para sua surpresa, ela foge clichê da ninfeta ingênua, é inteligente, bem resolvida e muito madura; Honório (Marcos Palmeira), jornalista, um esquerdista à moda antiga, casado, que suspeita que está sendo traído pela mulher; Fonsinho (Emilio Orciollo Netto), escritor e conquistador de mulheres, que nunca se casou e nunca conseguiu terminar um livro.



Sobre a Globo Filmes:
Desde a sua criação em 1998, a Globo Filmes produziu e/ou coproduziu mais de 110 filmes, levando para as salas de exibição mais de 130 milhões de pessoas. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, apostando em obras de qualidade e valorizando a cultura brasileira, participou dos dez maiores sucessos de bilheteria da retomada. A empresa também tem por objetivo promover a sinergia entre o cinema e a televisão. Ainda este ano, a Globo Filmes tem previsão de lançar mais sete filmes: “Corações Sujos”, “O Diário de Tati”, “Totalmente Inocentes”, “Até que a Sorte nos Separe”, “Gonzaga, de Pai para Filho”, “Os Penetras” e “De Pernas pro Ar 2”.




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2012/07/20

Batman: O Cavaleiro das Trevas fotos inéditas



Batman: O Cavaleiro das Trevas fotos inéditas

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge traz novamente o vencedor do Oscar® Christian Bale (O Vencedor) no papel duplo de Bruce Wayne / Batman. O elenco estelar do filme conta ainda com Anne Hathaway como Selina Kyle, Tom Hardy como Bane, a vencedora do Oscar® Marion Cotillard ("Piaf - Um Hino ao Amor") como Miranda Tate e Joseph Gordon-Levitt como John Blake. Retornando ao elenco principal, está o vencedor do Oscar® Michael Caine ("Regras da Vida") interpretando Alfred, Gary Oldman como o Comissário Gordon e o vencedor do Oscar® Morgan Freeman ("Menina de Ouro") reprisando o papel de Lucius Fox. 















mais em www.cineplaneta.com.br

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2012/07/19

Faça o Download do UC Browser! Rapidez na sua navegação!

O Cineplaneta tem um presente para os seus fãs


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3, Download Manager. O gestor de download permite pausar e fazer vários downloads ao mesmo tempo. Você também pode parar e retomar os downloads quando quiser.

4, Marque seus sites favoritos com a opção Favoritos. E organize-os de acordo com sua preferência.

5, Preenchimento automático da barra de endereços. Você não precisa digitar o endereço completo, basta iniciá-lo que o UC o completa automaticamente.

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2012/07/16

TELECINE TOUCH exibe especial com grandes sucessos de Woody Allen




TELECINE TOUCH EXIBE ESPECIAL COM GRANDES SUCESSOS DE WOODY ALLEN

Uma das marcas de Woody Allen é fazer com que cidades emblemáticas extrapolem a condição de cenário em muitos de seus filmes. O premiado cineasta, roteirista, escritor e ator nova-iorquino será homenageado no Telecine Touch, dia 28 de julho, com o especial Woody Allen Pelo Mundo. O canal exibe em sequência três filmes ambientados nas charmosas ruas de Barcelona, Londres e Nova York.

O romance Vicky Cristina Barcelona abre a programação, às 20h15. Vencedor do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (Penélope Cruz) e do Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia/Musical em 2009, o longa conta a história das amigas Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), que resolvem passar as férias na cidade espanhola. Lá elas conhecem Juan Antonio (Javier Bardem), um sedutor artista plástico que mantém um relacionamento conturbado com sua ex-mulher, Maria Elena (Penélope Cruz). Durante o verão, eles vivem intensas e complicadas aventuras amorosas.

Às 22h é a vez do drama O Sonho de Cassandra, filmado em Londres. Terry (Colin Farrell) é um jovem viciado em jogos que, desesperado e afogado em dívidas, pede ajuda ao irmão, Ian (Ewan McGregor). A dupla recorre ao tio milionário (Tom Wilkinson), que, em troca do dinheiro, quer que eles assassinem um homem.

Igual a Tudo Na Vida encerra o especial, à 0h05. Com locações em Nova York, o romance mostra os desafios do aspirante a escritor Jerry (Jason Biggs), que se apaixona perdidamente por Amanda (Christina Ricci). Ao descobrir que sua amada é muito instável e imprevisível, sua vida fica de pernas para o ar. David Dobe (Woody Allen) decide ajudá-lo com sábios conselhos, e logo se torna um mentor para o rapaz.













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2012/07/07

Concurso cultural " Menos que Nada”



Regulamento de "Até que ponto o amor pode levar à loucura?".
Regulamento 

1. Disposições Gerais

1.1. O concurso cultural denominado " Menos que Nada” é promovido pela Núcleo da Ideia  (CNPJ: 05.515.950/0001-72), sediada na  Rua Dalcidio Jurandir 255, sl. 130 - Barra da Tijuca / Rio de Janeiro, RJ - CEP 22631-250 – RJ e a Rede Cineplaneta.

1.2 O presente concurso cultural, intitulado "Menos que Nada”, tem como finalidade gerar interação nas redes sociais, para divulgar o filme de mesmo nome.
Os participantes irão responder a pergunta “Até que ponto o amor pode levar à loucura?" responda de maneira mais criativa possível para concorrer a um DVD, a promoção funcionará da seguinte forma:

Serão premiados Um (1) DVD do filme “Tolerância”, do diretor Carlos Gerbase, o mesmo de “Menos que Nada”, para a resposta mais criativa

1.4 Cada resposta recebida para a participação do concurso será previamente moderada e poderá ser recusada sem qualquer tipo de aviso prévio.

1. 5. Cada participante poderá participar com uma resposta por e-mail.

1.6. Cada participante só poderá ser premiado uma única vez.

O BRINDE




2. Participação

2.1.  Poderão participar do concurso cultural todas as pessoas físicas residentes no Brasil, com idade superior a 14 (catorze) anos, no momento do concurso.
2.2. Ficam impedidos de participar do concurso:
2.2.1. Integrantes da comissão julgadora;
2.2.2. As pessoas jurídicas de direito público e privado;
2.2.3. Empregados, bem como seus respectivos cônjuges e parentes em até 3º grau, da agencia e da Rede Cineplaneta;

2.3. A participação neste concurso cultural é voluntária e gratuita, não estando condicionada, em hipótese alguma, à aquisição de qualquer produto, bem ou serviço. Este concurso cultural não implica em qualquer tipo de sorteio, vale-brinde, ou operação assemelhada e independe de qualquer modalidade de sorte, não estando, portanto, sujeita à autorização prévia, conforme estabelecido na Lei nº 5.768/71 e Decreto nº. 10.951/72.
 
3.  Inscrições
3.1. O concurso cultural "Menos que Nada” será realizado no período de 7 de julho a 15 de julho de 2012, sendo essa a data limite para envio das respostas.

3.2. No dia 16 de julho o júri da Rede Cineplaneta irá selecionar a resposta vencedora do prêmio.
O resultado será divulgado no próprio dia 16 de julho.

3.3. As participações na promoção só poderão ser feitas através de um comentário nessa página, colocando como assunto: 'Promoção Menos que Nada'.

3.4. As respostas enviadas após o período do concurso determinado serão automaticamente desclassificadas.

3.5. Cada resposta só poderá ter um autor. Cada autor poderá participar do concurso com apenas um e-mail para resposta.

3.6. As inscrições são gratuitas e só serão aceitas através dos procedimentos previstos neste regulamento.

 4. Júri

4.1. O Júri será composto pela equipe de redes sociais do filme “Menos que Nada”, pela equipe da Rede Cineplaneta.

5 · Premiação

O autor da melhor resposta receberá 1 (um) DVD do Filme Tolerância, 2000, Columbia Pictures do Brasil.

5.1. Cada participante só poderá ser premiado uma única vez.

5.2. Os vencedores serão contatados pelo e-mail utilizado para o envio das respostas.

5.3. Os vencedores terão um prazo de 60 horas para enviar seus endereços para entrega. Caso o prazo não seja cumprido, o participante será automaticamente desclassificado.

5.4. Os prêmios serão postados ou entregues em até 5 dias após o recebimento dos endereços dos vencedores.


5 · Da veiculação

Ao se inscrever no concurso cultural “Menos que Nada”, o candidato autoriza automaticamente:

5.1. O uso de sua imagem e nome por tempo indeterminado em mídias impressas ou eletrônicas para divulgação da promotora sem nenhum ônus para os organizadores.

6- Considerações Finais

6.1. Todos os participantes do concurso asseguram desde já que são os detentores dos direitos autorais patrimoniais pertinentes à sua respectiva obra, mas permitindo o uso pela Núcleo da Idéia e Rede Cineplaneta, por tempo indeterminado, a veiculação de sua resposta nos meios de comunicação.

6.2. Este concurso tem caráter exclusivamente “recreativo cultural”.  Dúvidas relacionadas a este concurso e seu regulamento poderão ser enviadas para as redes sociais do filme “Menos que Nada”.

6.4. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma comissão composta pela equipe organizadora e sua decisão será irrecorrível.

6.5. Para todos os efeitos legais, os participantes do presente concurso se declaram cientes de tudo que está exposto neste regulamento, isentando a promotora de qualquer reclamação ou demanda que porventura venha a ser apresentada em juízo ou fora dele.

6.6. Este regulamento ficará à disposição na fan page do filme no Facebook e na página do Twitter.

6.7. A Rede Cineplaneta e o Núcleo da Ideia, não se responsabilizam por participações de respostas que não sejam computadas por problemas nos servidores de qualquer natureza, erros ou problemas técnicos na transmissão de dados ou em provedores de acesso dos usuários, bem como erros na execução de rotinas de software que possam vir a ocorrer.

6.8. A Rede Cineplaneta e o Núcleo da Ideia reservam-se o direito de alterar qualquer item deste concurso, bem como interrompê-lo, se necessário for, sem aviso prévio.

6.9. A participação neste concurso cultural implica a aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.




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2012/07/06

RIO OCCUPATION LONDON


RIO OCCUPATION LONDON

Brasileiros realizam residência artística e apresentam espetáculos e performances
no projeto que é parte do Festival Londres 2012, o braço cultural das Olimpíadas



Durante um mês, 30 artistas brasileiros vão ocupar palcos, instituições e museus de Londres, sob a direção de Christiane Jatahy e Gringo Cardia. O projeto Rio Occupation London acontece entre 08 de julho e 03 de agosto, antes e durante as Olimpíadas de 2012, como parte do Festival Londres 2012 (www.london2012.com) – braço cultural oficial dos Jogos Olímpicos. O projeto foi concebido pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC), com produção executiva da organização artística People’s Palace Projects em parceria com o Battersea Arts Centre (BAC) e o V22 Summer Club.

A abertura oficial do evento, dia 8 de julho, foi batizada de “Calling Card”. Será uma grande festa no BAC, aberta ao público das 15h às 22h, onde cada artista fará uma breve apresentação individual. Depois de um mês de intensa atividade e troca artística, com performances diversas por todos os cantos da cidade, o Rio Occupation London termina com o “Festival Final”, um evento de três dias (1º, 2 e 3 de agosto) no V22 Summer Club, com apresentações de todos os trabalhos construídos e criados em Londres, durante a ocupação artística.

Para selecionar o grupo, Christiane Jatahy (autora e diretora de teatro e cinema) e Gringo Cardia (designer e diretor de teatro, cinema, dança e circo) contaram com a consultoria de cinco profissionais de diferentes áreas: Batman Zavareze (designer gráfico e curador do projeto Multiplicidade), Cesar Augusto (ator, diretor e fundador do Tempo Festival), Marcio Botner (artista plástico e fundador da galeria A Gentil Carioca), Nayse López (jornalista e diretora do Festival Panorama) e Pedro Seiler (produtor musical, fundador do site de crowdfunding Queremos).

Os 30 participantes do Rio Occupation London ficarão em residência artística durante um mês. Eles se hospedarão juntos no Battersea Arts Centre (BAC), em Londres, onde trocarão experiências e fecharão seus projetos, todos inéditos, que já estão sendo construídos há alguns meses.  O BAC é um centro cultural, que também oferecerá salas de ensaio, ateliês e um teatro. As apresentações serão gratuitas e realizadas em diversas instituições culturais importantes: Victoria and Albert Museum, Tate Modern, B3 Media, Southbank Centre, Rich Mix, Brickbox, Albany Theatre, Bush Theatre, Roundhouse, BAC e V22 Summer Club. Os artistas terão o apoio de produtores locais e a colaboração de artistas londrinos.

Segundo Adriana Rattes, Secretária Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, a Ocupação nasceu “a partir de um convite feito por Ruth Mackenzie, diretora da Cultural Olympiad, para que o Governo do Rio de Janeiro preparasse um projeto para participar do London 2012. Essa parceria reforçará as relações culturais internacionais do Rio de Janeiro, promovendo uma visão dinâmica, atraente e contemporânea do estado, estabelecendo um cenário mundial para apresentar uma amostra do melhor da nova arte brasileira através de seus artistas e criando um legado para o Rio 2016”.

O resultado dessa residência artística vai fomentar novos projetos culturais e resultar num festival no Rio de Janeiro, em abril de 2013. “A continuação desse diálogo será o London Occupation Rio, que trará ao Brasil os artistas ingleses que vão interagir com os brasileiros selecionados”, explica o produtor Paul Heritage, fundador da People´s Palace Projects. Ruth Mackenzie, diretora do Festival Londres 2012, disse que “o projeto reúne 30 artistas brilhantes do estado do Rio de Janeiro, que vão trabalhar com as principais instituições de artes de Londres e vão nos surpreender com novas colaborações no Festival Londres 2012”.

Os artistas selecionados compõem um retrato da nova geração que produz arte em diferentes plataformas: Alessandra Maestrini (atriz, cantora, compositora e versionista), Andrea Capella (fotógrafa), Anna Azevedo (cineasta), Bernardo Stumpf (bailarino), Breno Pineschi (artista gráfico), Bruno Vianna (cineasta), Dina Salem Levy (designer e arquiteta), Domenico Lancellotti (músico), Eddu Grau (músico), Eduardo Nunes (cineasta), Emanuel Aragão (dramaturgo, escritor, diretor de teatro, ator e cineasta), Eric Fully (artista visual e performático), Felipe Rocha (ator, músico e cineasta), Gustavo Círiaco (dançarino), João Brasil (DJ e produtor musical), João Penoni (artista visual) e João Sanchez (artista plástico).

A seleção continua com Laura Lima (artista visual), Luciana Bezerra (roteirista, diretora e produtora), Marcela Levi (artista performática e coreógrafa), Paulo Camacho (cineasta), Pedro Miranda (músico), Pedro Rivera (arquiteto), Ramon Mello (poeta), Ratão Diniz (fotógrafo), Robson Rosa (artista visual e performático) Siri (artista sonoro) e Stella Rabello (atriz). Os diretores artísticos Christiane Jatahy e Gringo Gardia também vão participar do projeto com trabalhos inéditos criados para a ocupação. O Rio Occupation London tem patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Petrobras.  (resumo dos projetos segue anexado).

A ocupação também chegará aos cinemas de Londres. Durante a mostra Occupation Onscreen – The New New Cinema from Rio, serão exibidos 44 produções (nove documentários, 12 longas de ficção e 23 curtas-metragens) da nova geração de cineastas do Rio de Janeiro. Os filmes serão exibidos nos cinemas do Somerset House e Biscuit Factory, entre os dias 12 e 31 de julho. A curadoria é de Tatiana Leite. (lista do filmes segue anexado).

Agenda de eventos coletivos
08/07 – “Calling Card Festival” no Battersea Arts Centre (15h - 22h)
13 /07 – Rich Mix (20h - 01h)
27/07 – Victoria & Albert Museum (18h30 - 22h)
29/09 – Olympic Park (10h-17h)
01/08 –  Festival final no V22 (15h - 23h)
02/08 –  Festival final no V22 (15h - 02h)
03/08 – Festival final no V22 (15h - 23h)


MAIS INFORMAÇÕES:

ASSESSORIA DE IMPRESA NO BRASIL
PALAVRA assessoria em comunicação



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Cineplaneta apresenta “Menos que Nada”, de Carlos Gerbase




“MENOS QUE NADA” –  A TRAGÉDIA DA DOENÇA MENTAL  

 Esquizofrenia. Psicose. Perturbação mental. Vidas que se dividem entre antes do surto e depois do surto. Internamento. Drogas. Desesperança. Paixão. Solidão. Tudo isso faz parte do universo do filme “Menos que nada”. A realização é da Prana Filmes, com direção de Carlos Gerbase e produção de Luciana Tomasi. No elenco, nomes bem conhecidos do cinema brasileiro, como Felipe Kannenberg (“Olga”), Rosanne Mulholland (“Falsa loura”), Branca Messina (“Não por acaso”) e Maria Manoella (“Mulher invisível”).
 Premiado no concurso para mídias digitais da Petrobrás em 2010, a trama do longa-metragem gira ao redor de “Dante” (Felipe Kannenberg), que está internado num hospital psiquiátrico com diagnóstico de esquizofrenia. Ele não fala com ninguém, nem recebe visitas. A Dra. Paula (Branca Messina), uma jovem psiquiatra, se interessa por Dante ao vê-lo surtar no pátio do hospital. Disposta a desvendar as relações sociais do seu paciente, a médica faz uma série de entrevistas com pessoas que conviviam com Dante antes do internamento e que contam sobre seu passado.
 As filmagens aconteceram em dezembro de 2010 e janeiro de 2011, em Porto Alegre, no sul do Rio Grande do Sul (praia do Cassino e proximidades do banhado do Taim) e litoral norte (Arroio do Sal e Araçá). Na capital gaúcha, os principais cenários foram o Hospital Psiquiátrico São Pedro (que no filme chama-se São Tomás de Aquino) e a PUCRS.
 O lançamento multi-plataformas (salas de cinema, internet, TV e DVD) acontece no dia 20 de julho de 2012. Nas salas de cinema, o filme estará nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Curitiba e Salvador. O cronograma de pré-estreias é o seguinte:

29 de junho - Goiás Velho/Goiás (na programação do Festival Internacional do Cinema Ambiental) – 21h;
4 de julho - Porto Alegre - Espaço Itaú - Bourbon Shopping - 21h30;
5 de julho - Porto Alegre - Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS - 19h30;
9 de julho - Brasília - Espaço Itaú - Shopping Casa Park - 21h30;
10 de julho - Rio de Janeiro - Espaço Itaú - Botafogo - 21h30;
12 de julho - São Paulo - Espaço Itaú - Frei Caneca - 21h30.

No blog www.menosquenada.com.br há extenso material sobre a filmagem e a finalização.
No site www.pranafilmes.com.br há notícias sobre o lançamento e promoções.

SOBRE A ADAPTAÇÃO
(texto de Carlos Gerbase)
 “Menos que nada” é a adaptação do conto “O Diário de Redegonda”, do médico e escritor austríaco Arhur Schnitzler (1862-1931). Trata-se de um texto curto (oito páginas), mas de grande densidade dramática, em que Schnitzler conta a história de um escriturário que se apaixona perdidamente pela esposa de um militar e, sem qualquer possibilidade real de aproximar-se dela, constrói um universo imaginário para viver seu amor. Embora a trama original se passe na Viena do final do século 19, o conflito psicológico retratado é universal e atemporal, permitindo uma adaptação que dialoga com os espectadores cinematográficos contemporâneos. O estilo literário peculiar de Schnitzler, que mescla realismo e sonho, ação e devaneio, foi mantido em sua essência desde os primeiros tratamentos.

 O filme pode ser definido como um drama psicológico, embora também tenha alguns traços de suspense e erotismo. Schnitzler era um arguto observador do comportamento humano - em suas glórias e em suas misérias - e a adaptação procurou manter esse caráter analítico da sociedade, que pode ser inferido a partir dos dramas individuais. Para isso, foi fundamental colocar a trama num contexto brasileiro e mais próximo ao espectador atual. Em vez de Viena, Porto Alegre. Em vez de final do século 19, início do 21.
 O personagem principal, no original um escriturário, foi transformado num arqueólogo de pouca ambição, quase um burocrata, que trabalha com a liberação de obras, redigindo e assinando alvarás. Ele vive com o pai (um policial aposentado), num pequeno apartamento e praticamente não tem vida social. Já a mulher por quem se apaixona, que no conto é a esposa de um militar, no filme é uma arqueóloga carioca de destaque no meio universitário, que vem para um congresso em Porto Alegre. Dante apaixona-se por esta mulher, para ele inatingível, e a partir daí sua vida muda inteiramente.
 No desenvolvimento da última versão do roteiro, teve papel decisivo a leitura – indicada pelo psiquiatra Celso Gutfreind – de um ensaio de Freud, "Delírios e sonhos na Gradiva de Jensen", em que um conto é analisado em profundidade com ferramentas psicanalíticas. Há um detalhe surpreendente nesse ensaio: o personagem principal da ficção de Jensen é um arqueólogo, a mesma profissão de Dante, o anti-herói de "Menos que nada". Coincidência? Talvez não. A investigação psicanalítica pode ser encarada como uma escavação que parte da superfície visível do ser humano e vai penetrando em camadas cada vez mais profundas da sua psique. Esta metáfora já estava colocada – de forma intuitiva – nas versões anteriores do roteiro, incorporando ao roteiro novas camadas de significados.

SOBRE A ABORDAGEM E AS RELAÇÕES DOS PERSONAGENS
(texto de Carlos Gerbase)
 Desde a primeira leitura do conto de Schnitzler, ficou claro que fazer ficção tendo como base um personagem psicótico, que delira e confunde a realidade com o seu imaginário,  exigiria dois cuidados essenciais: pesquisar sobre o tema, para conhecê-lo e dar verossimilhança à abordagem; e depois manter o roteiro longe de soluções excessivamente esquemáticas e psicanalíticas. Sabemos que Freud admirava os contos e romances de Schnitzler e dizia que o escritor estava fazendo na literatura o que ele, Freud, fazia na ciência: desvendar o inconsciente humano. A estratégia no último tratamento de "Menos que nada" foi de usar o conhecimento científico para aprofundar a trama ficcional, sem torná-la didática.
 Além do texto "Sonhos e delírios na Gradiva de Jansen", de Freud, também foram consultados os livros "Teoria e clínica da psicose", de Antonio Quinet, "Psicose e mudança", de Diatkine, Frings, Andreoli, e "Psiquiatria e anti-psiquiatria", de David Cooper. Estes textos deixaram claro que a doença mental tem uma relação íntima com o imaginário e com a linguagem. O psicótico, em seu delírio, está criando um mundo em que possa viver, já que a realidade é insuportável. Assim, o seu delírio é, ao mesmo tempo, sintoma de uma doença (para quem observa) e tentativa de cura (para o próprio doente). A psiquiatra Paula, que conduz a narrativa do filme através da sua investigação, sabe que o delírio de seu paciente Dante não é uma coleção aleatória de ações. Mas dar significado a essas ações não é tarefa fácil, tanto que o seu preceptor no hospital psiquiátrico, o Dr. Sérgio, já desistiu de Dante, considerando-o irrecuperável.
 Ao escolher Dante como objeto de estudo, Paula se impõe um desafio e, à medida que avança, percebe que o próprio Dante quer ajudá-la. As entrevistas em vídeo (mostradas para Dante) e a diminuição da medicação fazem com que ele volte a se comunicar. Mas isso também faz de Dante um paciente mais agitado e, quem sabe, até mais perigoso. Paula terá de insistir e se arriscar para obter resultados. Mas essa é a única forma de resgatar parte a vida psíquica de Dante. A abordagem que "Menos que nada" faz à doença mental é, portanto, não-dogmática. Não se trata de uma denúncia do sistema manicomial, nem de uma exposição de teses freudianas. É o relato de uma situação bastante comum na sociedade brasileira – o quase abandono de doentes mentais – e a história de uma médica lutando para dar uma vida mais humana para seu paciente, o que implica desvendar seu passado.   

SOBRE A ESTRUTURA NARRATIVA, A LINGUAGEM E A DIREÇÃO
(texto de Carlos Gerbase)
 A principal solução narrativa é bastante óbvia: acompanhar um estudo de caso de uma psicose desde que o seu começo até sua apresentação para uma banca de avaliação. Isso permitiu amarrar o que pode ser amarrado e, ao mesmo tempo, valorizar os muitos pontos obscuros que restam sem solução. A complexidade temporal foi inevitável: dois tempos principais, mais dois tempos pregressos, que dão sentido aos mais atuais. Estas camadas apóiam-se mutuamente. O encontro dos três passados, que só  acontece no final da trama, fornece uma nova significação do presente para o espectador.         
 O roteiro de "Menos que nada" aponta para uma representação realista. Esse realismo se aproxima do gênero documental, graças ao uso das entrevistas feitas pela médica com as pessoas que conheciam Dante antes de sua internação. Um momento delicado da representação é a cena que acontece 11 mil anos antes do presente, mostrando o ataque de um tigre de dentes de sabre a um casal de seres humanos. A computação gráfica foi concebida e realizada pela empresa gaúcha Cápsula, que tem larga experiência no setor. 
*****
 O tema da imaginação está bem presente em meus últimos filmes. Em "Tolerância" (2000). um editor de fotografias usava tecnologias digitais para alterar as imagens, adequando-as ao gosto de público (em seu trabalho profissional) e às suas próprias fantasias (ao navegar na internet com o nick "Ivanhoé" e criar imagens falsas de uma garota por quem se apaixonou). A sua imaginação acaba trazendo problemas bem concretos ao seu casamento. Em "Sal de Prata" (2005), uma economista bem sucedida tentava descobrir, em roteiros de filmes encontrados no computador do namorado recentemente falecido, conexões entre a ficção e a realidade de suas vidas. Incapaz de desvelar esta relação, ela própria começa a imaginar um passado, baseado em seus maiores temores. Em "3 Efes", a imaginação, chamada agora de "fasma", é explicitamente citada como um dos aspectos fundamentais da existência humana, ao lado da fome e do sexo. Uma jovem estudante é obrigada a prostituir-se para sustentar o pai e o irmão, descobrindo que, antes de "ser" uma garota de programa ela precisa imaginar-se como tal. Ou seja, precisa descobrir uma linguagem que componha esse novo personagem.
 Minha motivação principal em "Menos que nada" é dar mais um passo nesse conjunto de reflexões sobre a imaginação humana. Pretendo que esse passo ultrapasse os limites da imaginação dita normal e penetre no campo das imaginações ditas patológicas. Dante, o  personagem principal de "Menos que nada", perdeu a noção da realidade, e, em vez de usar a linguagem para construir um mundo mental capaz de dar significados à existência, é "usado" pela linguagem, transformando-se num ente de significados incompreensíveis. A psiquiatria e a psicanálise criaram um grande conjunto de denominações para as patologias mentais – sendo a esquizofrenia e a psicose as que mais se aproximam do estado de Dante – mas pretendo mostrar que essas classificações são inúteis se não houver, na base do tratamento, o reconhecimento do doente como um ser humano completo, em suas dimensões físicas e psíquicas.
 Creio que foi apenas no último tratamento do roteiro, em que foram introduzidos novos personagens e uma nova dimensão temporal, que este fato ficou mais claramente exposto.  Paula, a psiquiatra que assume o tratamento de Dante, funciona como um detetive. Ela está interessada em encontrar as origens do desequilíbrio mental do seu paciente, em vez de simplesmente classificá-lo como "crônico" ou "incurável". A noção de que a esquizofrenia, em suas formas mais severas, não tem perspectiva de cura, não significa que o doente perdeu sua condição humana e está condenado a uma existência sem qualquer comunicação com o outro e com a sociedade. Freud já anunciava que a psicanálise, em muitos casos, tenta transformar um sofrimento insuportável em infelicidade comum. É assim que se comporta a psiquiatra Paula em relação a Dante. Outra noção importante é de que o processo de degeneração mental nunca está totalmente desligado das relações familiares e sociais. As entrevistas feitas pela médica permitem que ela desvende, pelo menos parcialmente, as razões da primeira grande crise de Dante, e, a partir daí, talvez torne possível imaginar uma existência mais humana para um homem que já tinha se transformado em "coisa".
 Realizar "Menos que nada" foi, para mim, um aprofundamento e uma radicalização de idéias que já vinham sendo desenvolvidas em meus filmes: a imaginação como elemento  constituinte (e formador) da existência humana; as dificuldades que todos temos de relacionar o mundo imaginado com alguns de nossos instintos mais básicos e que nos aproximam muito dos animais, em especial as pulsões sexuais; os paradoxos daí resultantes, que estabelecem uma tensão permanente, e às vezes insuportável, entre a racionalidade e a animalidade; o cinema como a mais poderosa máquina de criar imaginários, pois é capaz de representar mundos com grande verossimilhança, e mesmo assim plenamente estéticos e arbitrários. 

SOBRE O TEMA
 Ao abordar a doença mental – especialmente em suas manifestações mais severas, como a esquizofrenia e a psicose – "Menos que nada" trará para a pauta de discussões um tema importante para a saúde pública no Brasil. A falência do sistema manicomial brasileiro, construído no século 19, é bem evidente, mas a sua substituição por uma rede descentralizada de atendimentos é mais um desejo que um fato. Há uma grande carência por leitos para os doentes mentais, o que torna impossível simplesmente desativar os grandes hospitais psiquiátricos. O personagem principal de "Menos que nada" está internado numa destas instituições, e a sua realidade é compartilhada por milhares de brasileiros. O abandono destes doentes por suas famílias é também uma triste realidade. Sem serviços especializados para receber – em regime de hospital-dia ou ambulatorial – seres que não conseguem viver normalmente em seu meio social, a permanência, por anos a fio, solitários, num hospital psiquiátrico, ainda é um destino possível em pleno século 21. 
 Em setembro de 2008, segundo o jornal Estado de São Paulo, o Brasil tinha 1.202 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) - o principal recurso terapêutico no tratamento de doenças mentais graves - o que representa uma cobertura de 0,51 unidade por 100 mil habitantes, pouco mais de 50% do necessário.  Já a relação de leitos destinados a pacientes psiquiátricos em hospitais-gerais no país é de apenas 0,25 por mil habitantes, quando deveria ser de, no mínimo, 0,45, segundo definições da Política Nacional de Saúde Mental. A consequência desses números é perversa: ou simplesmente ficam sem tratamento, ou os doentes não escapam do antigo sistema manicomial.
 "Menos que nada" conta a história de um destes doentes. Há dez anos internado num hospital psiquiátrico em Porto Alegre, ele é considerado um "caso perdido" até que uma jovem psiquiatra decide tratar dele e estudá-lo. Ao dramatizar esse processo, o filme mostra como uma pessoa aparentemente alienada da realidade pode ser conduzida a um outro patamar, mais digno e mais humano, mesmo que isso não signifique propriamente uma "cura". Misto de investigação médico-científica e processo de reconstituição da história pregressa do paciente, o trabalho da psiquiatra é uma lenta aproximação do que resta de humano num ser que já se "coisificara" no cotidiano do hospital. A trama de "Menos que nada" parte de fatos já bem conhecidos da psicose - em sua maioria desvendados por Freud ainda no começo do século 20 - mas que ainda são misteriosos para o cidadão comum. Sem didatismos, e sem trazer dogmas para o mais subjetivo dos temas – "Menos que nada" pretende lançar alguma luz para um problema que a sociedade tem deixado nas sombras.


EQUIPE PRINCIPAL
Direção – Carlos Gerbase
Produção – Luciana Tomasi
Roteiro – Carlos Gerbase, com a colaboração de Marcelo Backes e Celso Gutfreind
Montagem – Giba Assis Brasil
Fotografia – Marcelo Nunes
Direção de Arte – Rita Faustini
Som direto – Rafael Rodrigues
Supervisão de som – Kiko Ferraz

ELENCO PRINCIPAL
Felipe Kannenberg – “Dante”
Branca Messina – “Paula”
Rosanne Mulholland – “René”
Maria Manoella – “Berenice”
Carla Cassapo – “Laura”
Roberto Oliveira – “Gregório”
Artur Pinto – “Sérgio”
Alexandre Vargas – “Ciro”
Felipe Monaco – “Zanata”
Elisa Volpatto – “Úrsula”
Matheus Zoltowski – “Dante criança”
Letícia Lahude – “Berenice criança”


FOTOS









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2012/07/04

Pre-estreias pagas de O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA


Pre-estreias pagas de O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA


A Sony Pictures promoverá pre-estreias pagas de O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA (The Amazing Spider-Man) em diversas cidades brasileiras nos dias 04 e 05 de julho. Segue abaixo lista das cidades – para mais informações, favor consultar a programação dos exibidores locais.

RIO DE JANEIRO
Rio de Janeiro (capital)
Angra dos Reis
Campos dos Goytacazes
Duque de Caxias
Niterói
Nova Iguaçu
Nova Friburgo
Resende
S.J. Meriti
Volta Redonda

SÃO PAULO
São Paulo (capital)
Barueri
Mauá
Guarulhos
Osasco
Sto. André
S.Bern. Campo
São Caetano
Taboão da Serra
Andradina
Bauru
Campinas
Caraguatatuba
Guarujá
Indaiatuba
Itapetininga
Piracicaba
Praia Grande
Ribeirão Preto
S.J.Campos
S.Jose Rio Preto
Santos
São Vicente
Sorocaba

ESPÍRITO SANTO
Vitória
Serra

MINAS GERAIS
Belo Horizonte
Montes Claros
Uberaba
Uberlandia

DISTRITO FEDERAL
Brasília
Taguatinga

GOIÁS
Anapolis

MATO GROSSO
Cuiabá

MATO GROSSO DO SUL
Campo Grande

PARANÁ
Curitiba
Londrina
Maringá

SANTA CATARINA
Florianopolis
Bal. Camboriu
Blumenau
Brusque
Joinville
Videira

RIO GRANDE DO SUL
Porto Alegre
Caxias do Sul
Santa Cruz do Sul
São Leopoldo

PERNAMBUCO
Recife
Jaboatão dos Guararapes

PARAÍBA
João Pessoa

CEARÁ
Fortaleza

SERGIPE
Aracaju

PARÁ
Belém

RORAIMA
Boa Vista

AMAPÁ
Macapá

ALAGOAS
Maceió

RIO GRANDE DO NORTE
Natal

RONDONIA
Porto Velho

ACRE
Rio Branco

BAHIA
Salvador

MARANHÃO
São Luiz


Os fãs também já podem garantir seus lugares para a estreia do filme (06 de julho) através das pre-vendas de ingressos que estão sendo promovidas por diversos exibidores no Brasil como Cinemark, Moviecom, Severiano Ribeiro – Kinoplex, Cinesystem e Cinépolis.



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O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA estreia nesta sexta-feira



O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA estreia nesta sexta-feira
Estreia nesta sexta-feira (06/07) em todo o Brasil o aguardado O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA (The Amazing Spider-Man), nova aventura de um dos heróis mais populares da Marvel e protagonista de uma das mais importantes franquias da Sony Pictures. O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA estreia em 3D e 2D com cópias dubladas e legendadas.

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA é a história de Peter Parker (Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Sheen) e pela Tia May (Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como ele se tornou a pessoa que é hoje. Peter também está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Stone), e juntos eles lidam com amor, compromissos e segredos. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o desaparecimento de seus pais – o que o leva diretamente à Oscorp e ao laboratório do Dr. Curt Connors (Ifans), antigo sócio de seu pai. E como Peter está em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto; ele tem que tomar decisões que podem alterar vidas, para usar seus poderes e moldar seu destino de se tornar um herói.


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2012/07/03

Evento gratuito discute processos de produção na cultura digital em Salvador



Evento gratuito discute processos de produção na cultura digital em Salvador


Dentro da programação do Projeto de Formação em Audiovisual Contemporâneo e Mídias Locativas (FACMIL), o IV encontro acontece no cinema do MAM, dia 10 de julho, das 16h30 às 18h30, com as participações do educador Nelson Pretto e da artista gráfica Suzete Venturelli

Estudantes, pesquisadores, profissionais ou curiosos com interesse em tecnologia, educação e produção cultural já têm um programa para o dia 10 de julho. O Projeto de Formação em Audiovisual Contemporâneo e Mídias Locativas (FACMIL) realizará o IV encontro formativo e levará, ao cinema do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), a artista gráfica Suzete Venturelli e o educador Nelson Pretto para debater os “Processos de produção na cultura digital: arte, tecnologia e aprendizagem”.

O evento, que é gratuito, terá a mediação de Jarbas Jacome, músico e mestre em Ciência da Computação com pesquisa sobre computação gráfica (pela UFPE), computação musical e sistemas interativos de tempo real para processamento audiovisual integrado.

Antes do debate, das 15h30 às 16h30, o público pode conferir a exibição online do trabalho de Suzete Venturelli, no LABMAM.

O projeto, uma realização da Cardim Projetos e coprodução do MAM-BA, tem patrocínio da OI, através do Programa Fazcultura do Governo do Estado da Bahia, e apoio cultural da OI Futuro.


Os Palestrantes
Suzete Venturelli
Licenciada em desenho e plástica pela Universidade Mackenzie (SP), Suzete Venturelli concluiu o doutorado em Artes e Ciências da Arte pela Universidade Sorbonne Paris I, em 1988, e o mestrado em Histoire de Art et Archeologie na Universite Montpellier III -Paul Valery, França, em 1981, com a dissertação “Candido Portinari: 1903-1962”.

Desde 1986 é professora e pesquisadora da Universidade de Brasília e desenvolve trabalhos em arte computacional. Participa de congressos e exposições que enfatizam a relação da Arte com a Ciência da Computação e Tecnologia de Comunicação. Publicou os livros “Arte: espaço_tempo_imagem”, pela editora da Universidade de Brasília (2004), e, em conjunto com Mário Maciel, o “Imagem Interativa", em 2008. Sua produção científica, tecnológica e artística envolve a Arte Computacional, Arte e Tecnologia, Realidade Virtual, Mundos Virtuais, Animação, Arte digital, Ambientes Virtuais e Imagem Interativa.

Coordena o Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional (MidiaLab), onde desenvolve projetos que receberam prêmios nacionais e internacionais, entre eles Rumos Arte Cibernética de 2009, que premiou os trabalhos “Tijolo Esperto” e “IdAnce: pista de dança interativa”; o prêmio XPTA_LAB, Ministério de Cultura e Sociedade dos Amigos da Cinemateca (2010), com o projeto wikinarua.com e o Prêmio Conexão Artes Visuais, com o projeto Ciberintervenção Urbana Interativa.


Nelson Pretto
É professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (UFBA)l, tem doutorado em Comunicação pela Universidade de São Paulo (1994) e é Licenciado em Física (1977) e Mestre em Educação (1985), graduações feitas pela UFBA. Bolsista do CNPq,  Secretário Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) Bahia (de 2011 a 2013). membro da Academia de Ciências da Bahia, membro titular do Conselho de Cultura do Estado da Bahia (2007-2011) e editor da Revista da Faced (www.revistadafaced.ufba.br).

Além de publicar os livros “Escritos Sobre educação, comunicação e cultura” (Papirus, 2008), “Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia” (Papirus, 1996, 7ª edição) e “SMOG: crônicas de viagens” (Arcádia, 2004), organizou as publicações “Inclusão Digital: polêmica contemporânea” (com Maria Helena S. Bonilla, Edufba, 2011),  “Do MEB à WEB: o rádio na educação” (com Sandra P. Tosta, Autêntica, 2010) e “Além das redes de comunicação: internet, tecnologias de poder e diversidade cultural” (com Sérgio Amadeu da Silveira, Edufba, 2008). Tem capítulos escritos em mais de 10 livros e publicou artigos em periódicos acadêmicos e na mídia em geral.

Nelson Pretto foi coordenador de Estudos e Análises do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do Ministério da Educação (Inep – 1986/1987), superintendente de Projetos Especiais da Fundação Nacional de Rádio e TV Educativa (FUNTEVÊ, 1987/1989), assessor do reitor da UFBA (1994/1996) - período no qual coordenou a implantação da internet na UFBA e no Estado da Bahia, estando à frente do "Comitê Gestor da Rede Bahia". Esteve na coordenação, juntamente com Leonardo Lazarte (UnB), do grupo de trabalho sobre Educação no projeto brasileiro Sociedade da Informação (MCT).


Jarbas Jacome
Músico, mestre em Ciência da Computação pelo Centro de Informática da UFPE, faz pesquisas nas áreas de computação gráfica, computação musical e sistemas interativos de tempo real para processamento audiovisual integrado. Recebeu o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia 2009 e o Prêmio Rumos Itaú Cultural Arte-Cibernética 2007. Desde 2003 desenvolve o software livre ViMus, que utiliza em instalações interativas e apresentações audiovisuais, tendo exibido em eventos nacionais e internacionais como o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), Emoção Art.ficial, Arte.Mov, Festival Contato (São Carlos), Festival Continuum (Recife), FAD (Belo Horizonte), Festival Internacional de La Imagen (Manizales, Colômbia) e Extraordinary Sculptures (Taipei, Taiwan). Desde 2011, é professor assistente do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da UFRB, em Cachoeira, Bahia. Foi guitarrista da banda Negroove e do coletivo re:combo.

Encontros Formativos
Produção Contemporânea em Audiovisual e Mídia Locativa em pauta
Profissionais de renome nas áreas de cultura, artes e novas tecnologias, a exemplo de  Cláudio Xavier, Christine Mello, Kátia Maciel, Cláudio Manoel, Karla Brunet, Andre de Souza Parente, André Lemos, Gilbertto Prado, Yara Guasque, conduziram os 3 encontros anteriores, com o objetivo de ampliar o olhar e auxiliar a análise crítica dos produtos culturais oferecidos atualmente.


O Facmil
Aliando teoria e prática em um processo coletivo de criação, o projeto de Formação em Audiovisual Contemporâneo e Mídias Locativas (FACMIL), oferece gratuitamente cursos de iniciação e formação continuada, além de encontros formativos com a participação de renomados profissionais das áreas de cultura, artes e tecnologias.

Toda a programação do evento pode ser encontrada no site: http://bahiamam.org/labmam/


Serviço:
Projeto FACMIL - Encontro Formativo IV -  “Processos de produção na cultura digital: arte, tecnologia e aprendizagem”
Quando: 10 de julho de 2012, terça-feira - de 16h30 às 18h30
Onde: Cinema do Museu de Arte Moderna - MAM (Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão - Tel: 3117-6141)
Entrada franca - 100 vagas, sujeitas à lotação do espaço.

Mais informações: http://bahiamam.org/labmam/

Atendimento à imprensa:
Aleksandra Pinheiro
Jamile Amine
COMUNIKA PRESS +55 71 3497-5000



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2012/07/02

Vicky Cristina Barcelona - Estreia no Telecine Touch, quarta, dia 18, às 22h

VICKY CRISTINA BARCELONA
(Vicky Cristina Barcelona)

//// Estreia no Telecine Touch, quarta, dia 18, às 22h
Exibição simultânea no Telecine Touch HD

Vicky e Cristina resolvem passar as férias em Barcelona. Lá elas conhecem Juan Antonio, um sedutor artista plástico que mantém um relacionamento conturbado com sua ex-mulher, Maria Elena. Durante o verão, eles vivem intensas e complicadas aventuras amorosas.






fotos









Direção: Woody Allen.
Elenco: Scarlett Johansson, Javier Bardem e Penélope Cruz.
ESP, EUA, 2008. Drama. 96 min. 12 anos.



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