2010/07/28

Filmes da Sony Pictures são destaque na Comic-Com 2010

Filmes da Sony Pictures são destaque na Comic-Com 2010

Aconteceu de 22 a 25 de julho, na cidade de San Diego (CA), a edição 2010 da Comic-Con, maior feira de filmes, quadrinhos, séries de TV e brinquedos do mundo.
Mais uma vez a Sony Pictures mostrou ao público e imprensa presentes alguns dos futuros lançamentos nos cinemas. Um dos maiores destaques da feira foi o painel de SALT (Salt), que aconteceu no dia 22 e contou com a presença da atriz Angelina Jolie. Outros painéis muito prestigiados foram os de O BESOURO VERDE (The Green Hornet), que teve participações do diretor Michel Gondry e dos atores Seth Rogen e Christoph Waltz e RESIDENT EVIL 4: RECOMEÇO (Resident Evil: Afterlife), que trouxe as atrizes Milla Jovovich e Ali Larter. Foram mostradas cenas inéditas dos dois filmes, cujas estréias no Brasil estão programadas para 25 de fevereiro de 2011 e 17 de setembro de 2010, respectivamente.
Outros lançamentos que tiveram atividades especiais na feira foram OS OUTROS CARAS (The Other Guys), PRIEST e BATTLE: LOS ANGELES.


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5X FAVELA – AGORA POR NÓS MESMOS é o grande vencedor do Festival de Paulínia

5X FAVELA – AGORA POR NÓS MESMOS é o grande vencedor do Festival de Paulínia


Com sete prêmios, entre eles os de Melhor Filme de Ficção pelo júri oficial e pelo júri popular, o filme 5X FAVELA – AGORA POR NÓS MESMOS foi o grande vencedor da 3a edição do Festival de Cinema de Paulínia, que vem se firmando como o mais importante do país.
Produzido por Cacá Diegues e Renata Magalhães, o longa traz cinco episódios dirigidos e roteirizados por sete jovens cineastas nascidos em comunidades cariocas e que foram selecionados nas oficinas realizadas pelos produtores com alguns dos principais nomes do cinema brasileiro. O resultado foi um trabalho de alta qualidade, que conquistou o júri e o público por mostrar uma visão diferenciada das comunidades, sob a ótica de quem vive nesses locais. Ao final do debate que se seguiu à exibição, Rubens Ewald Filho, presidente do Festival, saiu da sala impressionado com a inteligência e espirituosidade dos diretores: "Este foi o debate mais divertido do qual já participei", dizia.


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SALT estreia nesta sexta-feira

SALT estreia nesta sexta-feira

Estreia nos cinemas de todo o Brasil nesta sexta-feira, 30 de julho, o suspense de espionagem SALT (Salt), novo filme de Angelina Jolie, dirigido por Philip Noyce – que já havia trabalhado com a atriz em O COLECIONADOR DE OSSOS (The Bone Collector, 1999)
Como uma agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) prestou juramento de servir e honrar o seu país. Sua lealdade à esse juramento será posta à prova quando um desertor a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge, usando todas as suas habilidades e anos de experiência para evitar que a capturem. Os esforços de Salt para provar sua inocência servem apenas para colocar em dúvida suas motivações e enquanto a corrida para descobrir sua verdadeira identidade continua, uma questão permanece: "Quem é Salt?".
SALT estreou na última sexta-feira nos Estados Unidos, depois da participação da atriz Angelina Jolie no painel do filme na Comic-Con – maior feira de cultura pop do mundo, que aconteceu em San Diego. O filme arrecadou U$ 36,60 milhões nos três primeiros dias de exibição nos cinemas americanos.


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2010/07/23

Salt promoção cultural especial na Rede Cineplaneta

Salt (Salt) 

© 2010 Columbia TriStar Marketing Group, Inc. All Rights Reserved.


Cópias dubladas e legendadas
Verifique a classificação indicativa


Salt (Salt)
Elenco: Angelina Jolie, Liev Schreiber, Chiwetel Ejiofor, Andre Braugher, Daniel Olbrychski,
August Diehl, Daniel Pearce, Olek Krupa, Kevin O'Donnell.

Direção: Phillip Noyce
Gênero: Ação/Drama
Duração: 100 min.
Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 30 de Julho de 2010

Sinopse:
Antes de se tornar agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) prestou juramento de servir e honrar o seu país. Ela colocará o seu juramento em prática, quando um desertor russo a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge, usando todas as sua habilidades e anos de experiência como agente infiltrada para conseguir escapar dos seus inimigos, proteger o seu marido e fugir dos seus colegas da CIA.

Estreia: 30 de julho de 2010
Visite o site: saltofilme.com.br

Promoção Cultural Cine Planeta

os brindes

20 convites de sustentação e 5 pen-drives

Prêmios:
1º) 1 par de convites + 1 pen-drive
2º) 1 par de convites + 1 pen-drive
3º) 1 par de convites + 1 pen-drive
4º) 1 par de convites + 1 pen-drive
5º) 1 par de convites + 1 pen-drive
6º) 1 par de convites
7º) 1 par de convites
8º) 1 par de convites
9º) 1 par de convites
10º) 1 par de convites


Responda a seguinte pergunta cultural

“Assista ao trailer e dê o seu julgamento final. Evelyn Salt, culpada ou inocente? Por que?”

“As 10 respostas mais criativas serão premiadas”

Acesse o Cineplaneta.com.br e preencha o formulário de participação - http://migre.me/ZAlv



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Estreia Filme nacional O Grão

Hoje entra em cartaz no Rio de Janeiro o filme "O Grão" no PontoCine. Gostaria de pedir o apoio na divulgação on line deste filme nacional que foi super premiado em festivais.
Em anexo segue cartaz e algumas imagens para facilitar a publicação.

Ficha Técnica:
O GRÃO, Brasil, 2007, 88 min, dolby digital, livre.
Direção: Petrus Cariry.
Com: Leuda Bandeira, Veronica Cavalcante, Nanego Lira, Kelvya Maia, Luís Felipe Ferreira.


Sinopse:
A velha Perpétua, sentindo a presença da morte, resolve preparar Zeca, o seu querido neto, para a separação que se aproxima, contando-lhe a história de um rei e uma rainha, muito ricos
e poderosos, que perderam o único filho e que querem trazê-lo de volta à vida. Enquanto Perpétua conta a história, Damião e Josefa trabalham para sustentar a família e preparar o
casamento da filha Fátima. Ao final, a história contada por Perpétua e o destino daquela família se cruza.

O DIRETOR
Petrus Cariry (Fortaleza, 1977) é um dos mais premiados diretores da nova geração. Trabalhou
em vários filmes como produtor e montador. Produziu e montou "Juazeiro, A Nova Jerusalém" e
"Patativa do Assaré - Ave Poesia", documentários de longa-metragem de Rosemberg Cariry,
produzindo ainda o filme "Cine Tapuia", longa-metragem de ficção, do mesmo diretor. Dirigiu
vários curtas para o cinema, como “A Ordem dos Penitentes” - 35 mm (2002), “A velha e o
mar” - 35 mm (2005)” e "Dos restos e das Solidões" - 35 mm (2006)". Os filmes "A Velha e o
Mar" e "Dos Restos e das Solidões" foram premiados em importantes festivais nacionais e
internacionais, com mais de 30 prêmios. “O Grão” o seu primeiro filme de longa-metragem,
participou de mais de 15 festivais internacionais e ganhou vários prêmios inclusive o de Melhor
Filme em Viña Del Mar (Chile).


PRÊMIOS E FESTIVAIS

• FESTIVAL DE CINE DE LOS PUEBLOS DEL SUR 2008 (PRÊMIO MELHOR FILME)
• 19° FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE DE VIÑA DEL MAR (PRÊMIO “GRAN PAOA”
MELHOR FILME)
• 3° FESTIVAL DE CINEMA LATINO DO PARANÁ (PRÊMIO DE MELHOR FILME, PRÊMIO
DE MELHOR MONTAGEM E PRÊMIO DE MELHOR ATOR COADJUVANTE)
• 11° MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES (PRÊMIO DA CRÍTICA)
• 18° CINE-CEARÁ - FESTIVAL IBEROAMERICANO DE CINEMA (PRÊMIO DE MELHOR
LONGA – Banco do Nordeste, PRÊMIO DE MELHOR PRODUÇÃO CEARENSE E PRÊMIO
DE DIREÇÃO DE ARTE)
• 20° RENCONTRES CINÉMAS D´AMÉRIQUE LATINE DE TOULOUSE (Seleção Oficial)
• 29° FESTIVAL INTERNACIONAL DEL NUEVO CINE LATINOAMERICANO (Seleção Oficial)




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2010/07/22

Predadores - Predators

TWENTIETH CENTURY FOX Apresenta
Uma Produção
Um Filme de NIMROD ANTAL
(Predators)
Uma Distribuição FOX FILM DO BRASIL




TWENTIETH CENTURY FOX Apresenta
Uma Produção
Um Filme de NIMROD ANTAL
(Predators)
Uma Distribuição FOX FILM DO BRASIL
Para ter acesso a informações de divulgação e fotos:
www.foxprensa.com
Site Oficial:
www.predadoresfilme.com.br



PREDADORES
“Predators”

• ELENCO
Royce ADRIEN BRODY
Noland LAURENCE FISHBURNE
Edwin TOPHER GRACE
Isabelle ALICE BRAGA
Stans WALTON GOGGINS
Cuchillo DANNY TREJO
Nicolai OLEG TAKTATOV
Mombasa MAHERSHALALHASHBAZ ALI
Hanzo LOUIS OZAWA CHANGCHIEN

• FICHA TÉCNICA
Diretor NIMROD ANTAL
Roteiristas ALEX LITVAK
& MICHAEL FINCH
Efeitos Especiais ROBERT TODRIGUEZ
Produtores ROBERT TODRIGUEZ,
JOHN DAVIS &; ELIZABETH AVELLÁN
Produtor Executivo ALEX YOUNG,
Desenhistas de Produção STEVE JOYNER
&; CAYLAH EDDLEBLUTE
Diretor de Fotografia GYULA PADOS
Editor DAN ZIMMERMAN
Maquiagem Especial GREG NICOTERO
&; HOWARD BERGER
Música de JOHN DEBNEY


SINOPSE

Robert Rodriguez apresenta um audacioso novo capítulo do universo dos Predadores: o filme Predadores, rodado nos criativos domínios do Troublemaker Studios – estúdio de Rodriguez com sede em Austin – com direção de Nimrod Antal. O filme é estrelado pelo vencedor do Oscar Adrien Brody (O Pianista), no papel de Royce, mercenário que, relutantemente, lidera um grupo de combatentes de elite e descobre que foram levados para um planeta alienígena – na condição de presas. À exceção de um médico que caiu em descrédito, são todos assassinos de sangue frio: mercenários, integrantes da máfia japonesa Yakuza, membros de esquadrões da morte, ou seja, “predadores” humanos que agora estão sendo sistematicamente perseguidos e eliminados por uma nova raça de Predadores alienígenas.

Além de Brody, Predadores é estrelado por outro ator premiado, Laurence Fishburne (dos filmes da franquia Matrix), Topher Grace (Homem Aranha 3), Alice Braga (Eu Sou a Lenda) e Walton Goggins (série de TV The Shield). Também em um papel-chave está o leal amigo de Rodriguez, Danny Trejo, que finalizou recentemente sua participação no inédito Machete, de Rodriguez, além do campeão da UFC Oleg Taktarov (A Lenda do Tesouro Perdido), Mahershalalhashbaz Ali (O Curioso Caso de Benjamin Button) e Louis Ozawa Changchien (Atração Explosiva).

Em 1987, O Predador apresentou um dos mais duradouros e populares personagens na história do cinema de ficção científica, um guerreiro extraterrestre que tem como principal arma a capacidade de se disfarçar e que causou grande destruição. O público aceitou bem a rica mitologia do filme e uma sequência foi lançada alguns anos depois. Com o objetivo de renovar o mundo dos predadores em 1994, Robert Rodriguez, um jovem diretor promissor que acabava de concluir sua bem-sucedida estreia na direção com El Mariachi, foi convidado para escrever um roteiro em torno do adorado e temido personagem Predador.

Rodriguez explica: “Originalmente, fui contratado como roteirista. Eles estavam em busca de uma abordagem nova para o material, então aproveitei a oportunidade. Sempre fui um grande fã de O Predador. Quando cheguei a Hollywood, conheci Carl Weathers e Arnold Schwarzenegger, então achei que um novo filme dos Predadores seria um projeto divertido para me envolver”.

“O que eu mais adorava no primeiro filme era o fato de ser híbrido; começava como um verdadeiro filme de ação no estilo de Arnold Schwarzenegger, em que nos apaixonamos pelos personagens e acompanhamos sua trajetória. Depois ele embarcava em um filme de ficção científica, sobre alienígenas. Eu adorava fazer esse tipo de mistura, como ocorreu em filmes como Um Drinque no Inferno. Adoro combinar gêneros”.

“Eu sabia que queria escrever algo que se passasse fora do nosso mundo. Adorava a atmosfera da selva do primeiro filme, então, ao fazer minha história se passar em outro planeta, conseguiria resgatar um pouco daquela atmosfera, sem deixar de dar uma roupagem nova. Isso também mostraria por que os Predadores estavam interessados na selva da Terra [conforme mostrado no primeiro filme], porque o planeta em que eles caçavam tinha um solo semelhante”.
“O roteiro que Robert escreveu em 1994 contava com a locação, grande parte da trama e as ideias seminais sobre os personagens”, comenta a produtora de Predadores, Elizabeth Avellán. Ela acrescenta: “Robert nunca mais retomou aquele roteiro. Ele foi pago pelo trabalho, que acabou sendo um exercício de roteiro bem divertido. Por conta da variedade de projetos que tocamos, Robert talvez nunca tivesse a oportunidade de dirigi-lo. Ao mesmo tempo, acho que no fundo de seu coração ele sempre quis ver nas telonas aqueles personagens que criou no papel”.
“Eles me deram carta branca para escrever aquele filme”, lembra Rodriguez. “Pensei em alguma ideia descolada que eu gostaria de ver em um filme dos Predadores e encaixei dentro de um roteiro. Eu ia deixar para eles decidirem o que fazer. Até que, logicamente, anos depois, o roteiro voltou para me atazanar. Com Predadores, eu tinha que descobrir o quê e como fazer”, ele acrescenta com um sorriso.



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2010/07/21

O Aprendiz de Feiticeiro com Nicolas Cage

O Aprendiz de Feiticeiro com Nicolas Cage


Os estúdios Walt Disney, o produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Jon Turteltaub, criadores da franquia A Lenda do Tesouro Perdido, apresentam O Aprendiz de Feiticeiro uma comédia romântica de aventura sobre um feiticeiro e seu azarado aprendiz que acaba no meio de um antigo conflito entre o bem e o mal.



O APRENDIZ DE FEITICEIRO
WALT DISNEY PICTURES E JERRY BRUCKHEIMER FILMS

Website: Disney.com/SorcerersApprentice
Torne-se um fã no Facebook: www.facebook.com/DisneyBacklot
Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/DisneyPictures

Gênero: Comédia e Aventura
Classificação: A SER DEFINIDA
Data de lançamento: 13 de agosto de 2010

Elenco: Nicolas Cage, Jay Baruchel, Alfred Molina, Teresa Palmer, Monica Bellucci, Toby Kebbell
Diretor: Jon Turteltaub
Produtor: Jerry Bruckheimer
Produtores Executivos: Todd Garner, Nicolas Cage, Norm Golightly, Mike Stenson,
Chad Oman, Barry Waldman
Escritores: Larry Konner & Mark Rosenthal, Matt Lopez e Doug Miro
& Carlo Bernard (crédito de escritor preliminar)

Os estúdios Walt Disney, o produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Jon Turteltaub, criadores da franquia A Lenda do Tesouro Perdido, apresentam O Aprendiz de Feiticeiro uma comédia romântica de aventura sobre um feiticeiro e seu azarado aprendiz que acaba no meio de um antigo conflito entre o bem e o mal.

Balthazar Blake (NICOLAS CAGE) é um mestre feiticeiro dos dias atuais, morador de Manhattan e tenta defender a cidade de seu arqui-inimigo, Maxim Horvath (ALFRED MOLINA). Balthazar não é capaz de fazer isso sozinho, então ele recruta Dave Stutler (JAY BARUCHEL), um rapaz de aparência comum que demonstra potenciais ocultos, como seu relutante protegido, dando a ele um curso rápido na arte e ciência da magia. Juntos, a improvável dupla precisa deter as forças da escuridão. Será necessária toda a coragem que Dave pode reunir para sobreviver ao seu treinamento, salvar a cidade e ficar com a garota quando ele se torna O Aprendiz de Feiticeiro.

Site oficial: http://www.disney.com.br/filmes/cinema/aprendizdefeiticeiro/




Fotos


























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Próximos lançamentos Paris Filmes nos cinemas

Nossos próximos lançamentos confirmados para os cinemas serão The Runaways - Garotas do Rock, 20 de agosto; Solomon Kane - O Caçador de Demônios, 3 de setembro; e o aguardado RED, que estréia em 15 de outubro.

Inspirado em fatos reais, The Runaways - Garotas do Rock é baseado no livro da vocalista Cherie Currie, “Neon Angel" - uma reflexão sobre suas experiências como estrela do rock, passando um grande alerta antidroga para os adolescentes. “Space Oddity", de David Bowie, serve como uma metáfora para a narrativa - uma contagem regressiva lenta e surreal, com um espetacular salto para a fama. Em seguida, vem a alienação. O filme centra-se na formação da banda e sua rápida ascensão ao estrelato. O filme é uma nova oportunidade para os fãs da Saga Crepúsculo assistirem o mais novo trabalho das atrizes Kristen Stewart e Dakota Fanning.

Solomon Kane - O Caçador de Demônios é do mesmo criador das HQs de Conan e Sonja, Robert E. Howard. O filme, dos mesmos produtores da trilogia Resident Evil, conta a história de um homem de aparência sombria que vagueia pelo mundo sem nenhum objetivo aparente, além de vencer o mal em todas as suas formas. Armado de suas pistolas, ele e seus homens libertam sua sede de sangue enquanto lutam, em nome da Inglaterra, batalhas em todos os continentes. Com James Purefoy (Coração de Cavaleiro e da série Roma), Ian Whyte (Fúria de Titãs 2010) e Max von Sydow (A Ilha do Medo).

Dos quadrinhos da DC Comics, RED conta a história de Frank Moses, um ex-agente da CIA que agora procura ter uma vida tranquila. Pelo menos tenta, até o dia em que um assassino high-tech quer matá-lo.
Com sua identidade secreta comprometida e seu interesse romântico em perigo, Frank deixa a aposentadoria do lado e tem que remontar sua antiga equipe para descobrir quem quer pegá-los. Bruce Willis, Morgan Freeman, Mary-Louise Parker, John Malkovich, Helen Mirren, Karl Urban, Richard Dreyfuss e Brian Cox estão no elenco do filme dirigido pelo talentoso Robert Schwentke.


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2010/07/20

Concurso Cultural Fotográfico - Cosmopolize-se

Concurso Cultural Fotográfico - Cosmopolize-se

Cosmopolize-se

O que há de mais cosmopolita na região central de São Paulo é o tema do concurso cultural fotográfico promovido pela Cyrela Brazil Realty

A cidade de São Paulo é conhecida por ser uma das maiores metrópoles do mundo. Repleta de ícones arquitetônicos, restaurantes aconchegantes, exposições de arte e fotografia, diversas opções de cinemas, praças e baladas para todos os gostos.



Diversidade e multiplicidade são conceitos que resumem bem a capital. Mas, o que há de mais cosmopolita na região central de São Paulo? Este é o tema do concurso cultural fotográfico promovido pela Cyrela Brazil Realty.
Os participantes podem enviar até cinco fotos que mostrem porque a região é o coração de uma das maiores cidades do mundo. Os autores das duas melhores fotos selecionadas ganharão um MacBook cada.

A cidade é enorme e tem seus pontos fascinantes em cada região, mas não podemos deixar de dizer que o centro tem muito charme. Até porque está em constante transformação.
Para participar, é só acessar http://moodsaopaulo.com.br/ e preencher o cadastro para enviar as imagens.

Siga também a Cyrela nas redes sociais:
No Twitter - http://twitter.com/cyrela
No Flickr - http://www.flickr.com/photos/cyrela/


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Feliz Dia do Amigo

FELIZ DIA DO AMIGO


Uma história que, acredito, pode sim, dar início a grandes e verdadeiras amizades.

As colheres do cabo comprido

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.

Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo comprido que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome nem sofrimento.

“Eu não compreendo”, disse o homem a Deus.“ Por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?”

Deus sorriu e respondeu: “Você não percebeu? É por que aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros”.


Moral:

Temos três situações que merecem profunda reflexão:

Egoísmo: as pessoas no “inferno” estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensassem em alternativas para equacionar a solução;
Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Conclusão: Dificilmente o individualismo consegue transpor barreira. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área da vida, especialmente a profissional.


“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo.Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim


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2010/07/17

Home - O Planeta Terra precisa de todos

Assista a um vídeo completo sobre o Planeta Terra, reflita ..





We are living in exceptional times. Scientists tell us that we have 10 years to change the way we live, avert the depletion of natural resources and the catastrophic evolution of the Earth's climate.

The stakes are high for us and our children. Everyone should take part in the effort, and HOME has been conceived to take a message of mobilization out to every human being.

For this purpose, HOME needs to be free. A patron, the PPR Group, made this possible. EuropaCorp, the distributor, also pledged not to make any profit because Home is a non-profit film.

HOME has been made for you : share it! And act for the planet.

Yann Arthus-Bertrand


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UFO NO RIO DE JANEIRO

Invasão de Ovnis no Rio de Janeiro assusta população.
Sci- Fi de Ademir Di Paula.




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Salão Fotográfico 2010 Nu Artístico no Rio de Janeiro

Salão Fotográfico 2010 Nu Artístico no  Rio de Janeiro 

A Rede Cineplaneta informa

Salão Fotográfico 2010 Nu Artístico | Rio de Janeiro


Pela primeira vez a Rede Cineplaneta participa da divulgação desse importante evento de fotografia,
não percam !!


Este é o 6º Salão fotografico de Nu artistico, neste temos 35 fotografos cada um com uma ou duas fotos no maximo.Todos estão concorrendo a Melhor foto do ano 2010,2ª melhor e 3ª melhor, tudo com Juri popular. Cada pessoa que participar desta noite vai escolher 4 fotografias. Teremos tambem 4 performances de Nu ao vivo. Uma masculina e três femininas e como diz no convite virtual "É permitida a entrada de cameras fotograficas"Ingresso custa: 10,00 sem camera e 20,00 com camera. Nosso Salão já expos em lugares como: Museu Militar Conde de Linhares, Espaço Alma, Espaço Cultural Maurice Valansi, Restaurante O Cortiço, Casa da Gloria. Tudo isso acontece somente numa noite. Dia 29 de Julho 5ª feira das 20 as 24 hs.Localk Ladeira da Gloria 98 entre aos restaurantes Taberna E Amarelinho da Gloria.Dá prá ir de Metrô. Metrô Gloria saida Outeiro.Estacionamento Facil. Segurança externa. realização: Rubber Seabra (21) 9629 0983 rubber53@hotmail.com abraços Rubber Seabra

De cineplanetafotos


Em parceria com a direção do evento, vamos sortear 05(cinco) entradas para o evento, para concorrer é só deixar um post, com o tema Fotografia.

Nâo esqueça de deixar o seu nome completo e e-mail para contato, para que possamos informar o resultado e informá-lo na portaria para a sua entrada gratuita.


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2010/07/11

2014 - O CRISTO DÁ AS BOAS VINDAS À COPA!

2014 - O CRISTO DÁ AS BOAS VINDAS À COPA!




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Justin Bieber - Somebody To Love (Remix) ft. Usher

Justin Bieber - Somebody To Love (Remix) ft. Usher



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Quiz Cultural concorra a um CD do Justin Bieber

Quiz Cultural concorra a um CD do Justin Bieber

De cineplanetafotos

O Cineplaneta convoca todos os seus leitores para participar de mais um Concurso cultural da Rede Cineplaneta, que vai sortear um super brinde, 01 (CD) CD Justin Bieber - My Worlds.

CD Justin Bieber - My Worlds



Justin Bieber é o fenômeno POP Teen do momento!
Lançado em novembro, seu CD My World já é Platina nos EUA e Canadá! Todas as sete músicas do álbum de estréia entraram no Hot 100 da Billboard! Ao mesmo tempo!

 Justin é o primeiro artista solo a ter 4 hits do 1º CD no Top 40! Antes mesmo do lançamento... My World foi o maior lançamento de artista novo de 2009 nos EUA (em unidades!). My Worlds, a versão lançada no Brasil, traz 18 faixas. Não deixe de conferir!

Artista: JUSTIN BIEBER
Ano: 2010
Procedência: Nacional
Label: Universal

Disco
One Time
Favorite Girl
Down to Earth
Bigger
One Less Lonely Girl
First Dance
Love Me
Common Denominator
Baby
Somebody to Love
Stuck in the Moment
U Smile
Runaway Love
Never Let You Go
Overboard
Eenie Meenie
Up
That Should Be Me


Responda a seguinte pergunta -

O primeiro álbum de Justin, My World, foi lançado em 17 de novembro de 2009.
O álbum conta com o vocal de apoio de ???

A resposta deverá conter o nome e e-mail para contato.


Dica para saber a resposta correta acesse a biografia do Justin Bieber.

Antes de participar do "Quiz Cultural Justin Bieber" leia o regulamento da promoção do CD Justin Bieber

a resposta correta concorre a 01 (CD) CD Justin Bieber - My Worlds



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2010/07/10

Os Dzi Croquettes remanescentes lembram o grupo performático que chega aos cinemas e ganha livro



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Paraguaia Larissa Riquelme é a musa da Copa - Planeta que rola: O Globo



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Uma noite em 67 - O Cineplaneta aplaude

UMA NOITE EM 67


Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil





APRESENTAÇÃO - UMA NOITE EM 67

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.

Fotos



“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.

Ficha técnica
Direção: Renato Terra e Ricardo Calil
Coprodução: VideoFilmes e Record Entretenimento
Produção executiva: João Moreira Salles e Maurício Andrade Ramos
Consultoria: Zuza Homem de Mello
Direção de Fotografia: Jacques Cheuiche
Som: Valéria Ferro
Montagem: Jordana Berg
Mixagem: Denilson Campos
Produção: Beth Accioly
Coordenação de produção: Carolina Benevides
Coordenação de finalização: Bianca Costa
Pesquisa: Antônio Venâncio

SINOPSE
No teatro: aplausos, vaias, um violão quebrado, guitarras estridentes. No palco: os jovens Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo. As músicas: “Roda Viva”, “Ponteio”, “Alegria, Alegria”, “Domingo no Parque”. E só um deles sairia vencedor. Isso é Uma Noite em 67, um convite para viver a final do Festival da Record que mudou os rumos da MPB.

CONTEXTO HISTÓRICO

Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.
Mais informações sobre a Era dos Festivais em: www.eradosfestivais.com.br
ENTREVISTA COM OS DIRETORES - RENATO TERRA E RICARDO CALIL
Diretores de cinema estreantes, o publicitário Renato Terra e o jornalista e crítico cinematográfico Ricardo Calil se encontraram em 2005, quando foram trabalhar juntos no site iBest. Apreciadores de música brasileira, eles reconheceram suas afinidades e logo se viram envolvidos na realização do documentário, bastante modificado até o formato final. Renato atualmente coordena projetos de internet na revista piauí. Ricardo, que também estudou Cinema em Nova York e já escreveu para a Gazeta Mercantil, Jornal da Tarde, revista Bravo e para o site NoMínimo, hoje é diretor de redação da revista Trip, crítico de cinema da Folha de S. Paulo e titular do blog Olha Só (http://colunistas.ig.com.br/ricardocalil/).

Renato – Em 2003, eu estava me formando na faculdade e fiz a minha monografia sobre a Era dos Festivais. Já nesse momento, comecei a apresentar para o meu orientador a ideia de fazer um documentário, porque havia muito pouca informação sobre o tema. Mas aquilo não andou. Em 2005, convidei o Ricardo para entrar no projeto. A partir daí, a gente foi conversando com algumas pessoas, como o Nelson Motta e o Sérgio Cabral, e formatamos o projeto de fazer um filme só sobre o Festival de 67. Foi justamente naquele festival que aparece a semente do Tropicalismo, que Gil e Caetano romperam com a MPB tradicional, colocando as guitarras. Foi ali, com “Roda Viva”, que Chico se despediu da imagem mais lírica que tinha com “A Banda” e partiu para algo mais denso. E foi também ali que o Edu chegou ao ápice recriando os ritmos do Nordeste – tudo isso com canções que se tornaram emblemáticas. Naquele Festival, surgiu uma MPB sofisticada e diversificada que perdura até hoje.
Ricardo – Chegamos à conclusão de que se conseguíssemos falar bem sobre 67, conseguiríamos também falar sobre todo o período. Ou seja: aprofundando-se num tempo e espaço determinados, teríamos condição de iluminar toda a era dos Festivais. A gente já estava com algumas entrevistas de pesquisa feitas quando apresentou o projeto para o João Moreira Salles na Videofilmes. Ele gostou do enfoque e lembrou a frase de um documentarista: se você quer fazer um filme sobre o correio, você faz o filme sobre uma carta. E não foi só esse conselho que ele nos deu. Graças ao João, que topou fazer um filme na produtora dele com dois iniciantes desconhecidos, é que tivemos o privilégio de ter companheiros de jornada tão experientes e generosos quanto a Beth Accioly, o Jaques Cheuiche, a Valéria Ferro e a Jordana Berg, montadora, que ajudou muito a dar a cara do filme.
Ricardo – A gente estava fazendo um documentário que privilegiava a informação e a rapidez, com um enfoque mais amplo. A grande contribuição do João Moreira Salles foi dizer que a gente tinha que cumprir o papel do cineasta e não o do jornalista. Uma das chaves do filme é tentar reviver de alguma forma aquela experiência, mais do que ter um olhar distanciado sobre aquilo. Por conta disso, decidimos priorizar depoimentos de quem estava lá naquela noite, definindo um foco intimista. E o intimismo acabou sendo uma marca do resultado final. E, como a gente decidiu tentar transmitir ao espectador a experiência daquele festival, o arquivo ganhou uma importância enorme. Não só a apresentação das músicas, mas também os bastidores, para tentar dar um clima, fazer esse instantâneo daquelas pessoas muito jovens. Uma Noite em 67 é um reencontro dos artistas com esse início de carreira.
Renato – Nós sabíamos que, sem imagens de arquivo, não existia filme. Então, ainda na fase de produção, fomos eu, o Ricardo e o [produtor executivo] Maurício [Andrade Ramos] para a TV Record. Eles entraram de parceiros no projeto com a Record Entretenimento e cederam as imagens. A gente deu muita sorte de ter registros muito fortes e descontraídos de bastidores, com o Randal Juliano, a Cidinha Campos e o Reali Júnior entrevistando todos aqueles nomes da MPB. Isso sem falar nas apresentações, ou então na cena da vaia do Sérgio Ricardo, que a gente resolveu botar inteira no filme. A ideia é que, com todas essas ferramentas tecnológicas de recuperação de som e imagem que a gente usou, a sala de cinema reproduza um pouco aquela estrutura do teatro da Record, com as pessoas sentadas diante daquele espetáculo que está acontecendo na frente delas. Fizemos um filme que não dá muitas respostas prontas, opiniões fechadas. A pessoa terá uma experiência. Não vai sair de lá sabendo de tudo, mas a gente aposta que ela se interessará por aquilo a partir do filme.

Zuza Homem de Mello (consultor)
Jornalista, musicólogo, contrabaixista (estudou com a sumidade do jazz Ray Brown), produtor de shows e discos e curador do Free Jazz Festival e do Tim Festival, Zuza Homem de Mello é um dos nomes mais ativos do cenário musical brasileiro dos últimos 50 anos. Mas, no que tange aos festivais, seu papel é bem maior: fundamental. Além de engenheiro de som das transmissões da Record, ele é “o grande historiador dessa era e o autor do melhor livro sobre os festivais”, como observa Ricardo Calil, referindo-se ao volume A Era dos Festivais - Uma Parábola (Editora 34, 2003). Consultor do filme, arregimentador (e condutor) de algumas das entrevistas, Zuza também comparece como entrevistado. Ele é uma daquelas testemunhas privilegiadas (se não a mais privilegiada) da batalha do Teatro Paramount.
“Era nítido que aquele festival era diferente do de 1966”, conta o produtor. “No mais antigo, havia duas músicas fortes: ‘Disparada’ e ‘A Banda’. No de 1967, qualquer uma das canções que ganhasse teria idêntica receptividade. Percebemos que a plateia estava a fim de destruir as músicas de que não gostava, muitas vezes por razões políticas. Era um tipo de fanatismo que nunca tínhamos visto em um festival”. Zuza lembra que nem Roberto Carlos, então o Rei da Jovem Guarda, escapou dos humores do público: “Ali, ele foi vaiado pela primeira e última vez.”
Uma das inovações que o engenheiro de som trouxe para a transmissão dos festivais foi a de posicionar um microfone no teto do teatro, “para fazer chegar ao ouvinte em casa a sensação de que estava no festival”. Em 1967, ele conta que teve que desligá-lo na vaia a Sérgio Ricardo. “O ruído da plateia era tão forte que chegou a encobrir a voz do cantor em seu próprio microfone!” A reação desse pacato cantor, quebrando seu violão e jogando-o ao público, foi, segundo Zuza, uma coisa nunca vista – e nunca repetida em festivais. E para tornar aquela final de 67 ainda mais singular, uma “mudança básica na história da música brasileira” se deu, de acordo com o produtor: compositores como Gil, Edu, Chico e Caetano resolvem deixar os consagrados intérpretes de lado e defender as próprias canções. A MPB nunca mais foi a mesma depois daquela noite.

CURRÍCULO DA PRODUTORA – VIDEOFILMES
Um dos principais focos da produtora é a realização de filmes de diretores estreantes, casos de Madame Satã, de Karim Aïnouz, Cidade de Deus, codirigido por Kátia Lund e Fernando Meirelles, dos documentários Onde a terra acaba, de Sérgio Machado e o recente Contratempo dirigido por Malu Mader e Mini Kerti.
Por outro lado, a VideoFilmes já teve o privilégio de produzir documentários realizados pelos mestres Nelson Pereira dos Santos (Casa grande e senzala) e Eduardo Coutinho (Jogo de Cena, Babilônia 2000, Edifício Master, Peões e O Fim e o Princípio).
A produtora investe continuamente na produção de documentários, como Santiago, Nelson Freire e Entreatos, de João Moreira Salles, e Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje, de Izabel Jaguaribe. Por seus filmes de ficção e documentários, a VideoFilmes já recebeu mais de 250 prêmios nacionais e internacionais.


LONGAS-METRAGENS
2010 PACHAMAMA, de Eryk Rocha
2009 NO MEU LUGAR, de Eduardo Valente
2008 CONTRATEMPO, de Malu Mader e Mini Kerti
2008 LINHA DE PASSE, Walter Salles e Daniela Thomas
2007 JOGO DE CENA, de Eduardo Coutinho
2007 SANTIAGO, de João Moreira Salles
2006 O CÉU DE SUELY, de Karim Aïnouz
2005 O FIM E O PRINCÍPIO, de Eduardo Coutinho
2005 CIDADE BAIXA, de Sérgio Machado
2004 PEÕES, de Eduardo Coutinho
2004 ENTREATOS, de João Moreira Salles
2004 FALA TU, de Guilherme Coelho
2003 NELSON FREIRE, de João Moreira Salles
2003 PAULINHO DA VIOLA – MEU TEMPO É HOJE, de Izabel Jaguaribe
2002 EDIFÍCIO MASTER, de Eduardo Coutinho
2002 MADAME SATÃ, de Karim Aïnouz
2002 CIDADE DE DEUS, codirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund
2001 ONDE A TERRA ACABA, de Sérgio Machado
2001 ABRIL DESPEDAÇADO, de Walter Salles
2001 LAVOURA ARCAICA, de Luiz Fernando Carvalho
2001 BABILÔNIA 2000, de Eduardo Coutinho
1998 MEIA-NOITE/O PRIMEIRO DIA, codirigido por Daniela Thomas e Walter Salles
1998 CENTRAL DO BRASIL, de Walter Salles
1995 TERRA ESTRANGEIRA, de Walter Salles e Daniela Thomas



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2010/07/09

Biografia Justin Bieber

De cineplanetafotos

Biografia Justin Bieber

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Justin Bieber

Justin Bieber em 2009

Informação geral

Nome completo Justin Drew Bieber
Data de nascimento 1 de março de 1994 (16 anos)
Origem Stratford, Ontário
País Canadá
Gêneros Pop
R&B
Instrumentos Vocal, guitarra, piano, bateria, trompete
Período em atividade 2007 - presente
Gravadora(s) Island, RBMG

Afiliações Usher, Ludacris

Justin Drew Bieber (Stratford, 1 de março de 1994, é um cantor de pop e R&B canadense. Suas apresentações foram vistas no Youtube por Scooter Braun, que eventualmente se tornou seu agente. Braun levou Bieber para Atlanta, Geórgia, para conversar com Usher e logo ele assinou um contrato com a Island Records, onde começou sua carreira profissional.
A primeira parte das duas de seu álbum de estréia My World foi lançada em 17 de novembro de 2009. Quatro singles bem-sucedidos foram lançados antes do álbum: "One Time", "One Less Lonely Girl", "Love Me" e "Favorite Girl", todas top 15 na Canadian Hot 100 e top 40 na Billboard Hot 100. Isso tornou Bieber o único artista da história da Billboard a ter quatro singles de um
álbum de estréia posicionando no top 40 da Hot 100 antes do lançamento do álbum.
My World recebeu geralmente resenhas positivas dos críticos musicais e debutou na posição #6 da Billboard 200, vendendo 137 mil cópias durante sua primeira semana, o que foi o segundo melhor início de vendas de um novo artista em 2009. O álbum também estreou na primeira posição da Canadian Albums Chart e ganhou o certificado de Ouro da CRIA em uma semana.
Menos de um mês após o lançamento, seu álbum foi certificado Platina no Canadá, pela venda de mais de 80.000 cópias no país. Em janeiro de 2010, ganhou o mesmo certificado nos Estados Unidos, por vendas acima de um milhão de cópias. Também foi certificado Prata no Reino Unido.A segunda metade do álbum, My World 2.0, foi lançada em 23 de março de 2010 e estreou na primeira posição da Billboard 200, vendendo 283 mil cópias em sua primeira semana.

O primeiro single, "Baby", foi liberado em 18 de janeiro de 2010.
Justin foi nomeado a estrela mais quente pela revista J-14, revelação do ano pela MuchMusic,e listado pela Celebuzz no top 10 artistas revelados pelo Youtube da década.

Biografia

Justin nasceu em Stratford, Ontário, e foi educado por sua mãe solteira, Pattie Mallette. Ele tinha 12 anos de idade quando entrou em uma competição de canto local, ficando em segundo lugar. Ele aprendeu sozinho a tocar piano, bateria, guitarra e trompete. No final de 2007, Bieber e sua mãe começaram a postar vídeos no Youtube, para que os membros de sua família e amigos que não haviam assistido suas apresentações pudessem vê-las, postando suas versões de músicas de Usher, Chris Brown, Stevie Wonder, Justin Timberlake, Ne-Yo e outros.
Scooter Braun, ex-executivo de marketing da So So Def, viu seus vídeos e levou Bieber para Atlanta, Geórgia, onde ele encontrou o cantor e compositor de R&B Usher. Uma semana mais tarde, Justin teve a oportunidade de cantar para Usher, que lhe recomendou para uma audição com Antonio L.A. Reid na Island Records, que o contratou para a gravadora em outubro de 2008. Justin Timberlake também estava interessado em assinar com Bieber, mas ele eventualmente assinou com Usher. Justin e sua mãe se mudaram então para Atlanta, onde também moram Usher e Braun, para apoiar sua carreira. Bieber também falou em uma entrevista que ele fica frequentemente em sua casa em Stratford.
Carreira musical

O primeiro álbum de Justin, My World, foi lançado em 17 de novembro de 2009. O álbum conta com o vocal de apoio de Usher, que aparece no videoclipe de "One Time", que foi seu primeiro single. Bieber realizou uma turnê promocional para divulgar o single e esteve em várias estações de rádio. "One Time" alcançou a posição #12 na Canadian Hot 100 durante sua primeira semana, em julho de 2009, e a #20 na Billboard Hot 100. Em 26 de setembro de 2009, "One Time" foi certificado Platina no Canadá. Os três singles seguintes foram "One Less Lonely Girl", "Love Me" e "Favorite Girl", os dois últimos exclusivamente no iTunes, e ficaram posicionados no top 15 do Canadá e no top 40 dos Estados Unidos.
Bieber se apresentou em diversos programas como VMA 09 Tour da mtvU, o programa europeu The Dome, The Next Star, The Today Show, The Wendy Williams Show, Lopez Tonight, The Ellen DeGeneres Show, It's On with Alexa Chung, Good Morning America, Chelsea Lately e 106 & Park com Rihanna. Bieber também fez uma participação em um episódio de True Jackson, VP, em 2009. Em outubro de 2009, Justin foi votado como o 5º "Melhor Bom Exemplo de 2009" pela JSYK da AOL.
Bieber fez uma performance para o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a primeira dama Michelle Obama na Casa Branca para o Christmas in Washington, um especial musical televisionado que beneficiou o National Children's Medical Center e que foi exibido em 20 de dezembro de 2009 na TNT. Ele apresentou "Someday at Christmas", de Stevie Wonder, no programa. Ele se apresentou no 52º Grammy Awards em 31 de janeiro de 2010, com Kesha.
Justin abriu os shows da Fearless Tour de Taylor Swift no Reino Unido e fez uma pequena turnê de cinco shows no Canadá, patrocinada pela Urban Behavior. Bieber confirmou que irá viajar para sua primeira turnê completa em algum momento de 2010, e que vai abrir novamente o show de Taylor Swift quando ela se apresentar no Gillette Stadium durante o concerto anual para o vencedor do prêmio CMA Entertainer of the Year. Justin foi convidado para participar como um dos vocalistas na regravação de We Are The World em benefício das vítimas do terremoto no Haiti, denominada "We Are the World 25 for Haiti", onde canta a primeira linha - originalmente de Lionel Richie. Ele também participou de outro projeto pela mesma causa, composto apenas por artistas canadenses, creditados como Young Artists for Haiti, que gravaram a canção "Wavin' Flag", de K'naan.


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2010/07/08

Regulamento do Quiz Cultural - CD Justin Bieber

Regulamento da Promoção cultural Cineplaneta - (01) CD Justin Bieber - My Worlds

De cineplanetafotos

1. O blog cineplaneta.blogspot.com promoverá no período compreendido entre os dias 11 de julho a 05 de agosto de 2010 mais um Concurso cultural


1.1 Esta Concurso tem caráter exclusivamente cultural e recreativo, sem qualquer modalidade de sorte ou pagamento pelas participantes, nem vinculo à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço.


2. Para participar é necessário responder Responda a seguinte pergunta -

O primeiro álbum de Justin, My World, foi lançado em 17 de novembro de 2009.
O álbum conta com o vocal de apoio de ???

2.1 Os participantes deverão ser usuários cadastrados do no twitter/cineplaneta


2.3 Podem participar do concurso cultural todas as pessoas físicas residentes no Brasil, respeitados os termos e condições estabelecidos neste regulamento.


2.4 Os critérios usados para avaliação das frases serão:


• Adequação ao tema do video proposto;
• Originalidade e criatividade;


2.5 Os textos enviados pelos participantes poderão conter qualquer forma de demonstração de arte, desde que não possuam conteúdos que:
(i)sejam confidenciais ou sujeito a contratos de confidencialidade;
(ii) poderão causar dano a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos morais;
(iii) sejam obscenos e/ou pornográficos;
(iv) contenham dados (mensagens, informação, imagens) subliminares;
(v) contenham dados ou informação que constituem ou possam constituir crime (ou contravenção penal) ou que possam ser entendidos como incitação à prática de crimes (ou contravenção penal);
(vi) constituem ofensa à liberdade de crença e às religiões;
(vii) contenham dado ou informação racista ou discriminatória;
(viii) contenham menor de idade sem a autorização, por escrito, dos pais ou responsáveis legais e, quando necessário, alvará judicial;
(ix) violem qualquer lei ou sejam inapropriados;
(x) tenham intenção de divulgar produto ou serviço ou qualquer finalidade comercial;
(xi) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contra partido ou canditado;
(xii) tenham sido produzidos por terceiros, sem a autorização expressa dos mesmos;


2.6 No caso de textos idênticos enviados por participantes diferentes, será considerada como válida aquela com data de envio mais próxima do início do Concurso.


3 O Cineplaneta não converterá o prêmio, em hipótese nenhuma, em dinheiro.


3.1. Na eventualidade do autor do melhor texto, por qualquer razão, não poder aceitar ou ser declarados vencedor e/ou não poder ser contatado, seja por ausência de dados informados no ato da inscrição, seja por não localização através dos dados fornecidos, ou ainda se quando contatados, não se manifestarem para a retirada da recompensa, em até 30 (trinta) dias após a comunicação do Cineplaneta, este perderá o direito à recompensa e o autor da segunda melhor frase colocada será notificado sobre a recolocação e seleção de sua frase como a vencedora e assim sucessivamente, o substituto, sendo tal informação veiculada no blog Cineplaneta.blogspot.com.


3.2 Somente serão aceitos os textos enviados dias 11 de julho a 05 de agosto de 2010.


3.3. A escolha do vencendor será feita pela equipe do site Cineplaneta e RedeCineplaneta, através de sorteio e sua decisão é inquestionável e irrecorrível.


3.4 A recompensa é individual e intransferível. Em hipótese alguma, o vencedor poderá trocar ou receber em dinheiro. O vencedor deverá assinar uma declaração atestando o recebimento da recompensa e a completa idoneidade.


4.1 Todos os textos recebidos, inclusive o escolhido como vencedor, não serão devolvidos aos autores após o término do concurso sendo que os participantes cedem, gratuitamente, os direitos patrimoniais de autor sobre as mesmas, tornando-se estas posse do Cineplaneta, que poderá cedê-las à terceiros, e/ou utilizá-las como melhor lhes aprouver, pelo que os vencedores, desde já e para todos os efeitos legais, concorda, na forma do art. 49 da Lei de Direitos Autorais (Lei n. 9.610/98).


4.2 Os participantes, incluindo os vencedores, desde já autorizam a veiculação de seu nome, imagem e som de voz, bem como de suas imagens para utilização do Cineplaneta, inclusive, mas não se limitando em: fotos, cartazes, filmes, spots e/ou outros em qualquer tipo de mídia e peças promocionais do Cineplaneta e/ou de terceiros autorizados, seja para a divulgação da conquista do Concurso Cultural e/ou ainda para qualquer utilização que o Cineplaneta julgar necessário, inclusive fixação em quaisquer suportes e/ou mídia, sem que o Cineplaneta e/ou quaisquer terceiros tenham que fazer quaisquer pagamentos para tanto.


4.3 Os participantes do Concurso Cultural, incluindo os vencedores, assumem total e exclusiva responsabilidade a respeito de todas e quaisquer eventuais reivindicações de terceiros que se sintam prejudicados por suas participações no concurso ou pelas cessões dos direitos de autor e/ou direito de imagem enviadas, sendo esses direitos cedidos livres e desembaraçados de todos e quaisquer ônus ou restrições.


4.4 Os participantes declaram, para todos os fins de direito, deter os direitos necessários sobre as frases encaminhadas para a Concurso Cultural, para licenciá-las na forma aqui determinada, sem que tal utilização pelo Cineplaneta e demais usuários importe em violação de direitos de terceiros. O participante que enviar a frase será o único responsável perante o Cineplaneta e terceiros quanto à propriedade intelectual de todo o conteúdo encaminhado, assim como, por qualquer pleito ou demanda, judicial ou extrajudicial, que, de qualquer forma, tenha por objeto o conteúdo enviado, especialmente nos casos de (i) utilização não autorizada de obras e/ou imagens de terceiros, (ii) questões relacionadas a direitos morais, autorais e/ou conexos, pelo que, deverá o participante que enviar o conteúdo, no caso de propositura de medida judicial em face do Cineplanetae/ou demais usuários, assumir o pólo passivo da relação processual arcando com todas e quaisquer custas judiciais, honorários advocatícios e indenizações de qualquer natureza. Se, em alguma hipótese, o Cineplaneta vier a ser compelida a indenizar terceiros em razão de demanda judicial ou extrajudicial que tiver por objeto o conteúdo, o participante que o tenha encaminhado compromete-se, desde já, a assumir a posição do Cineplaneta e, eventualmente, seus diretores, empregados e colaboradores, em quaisquer pleitos e demandas de terceiros com relação ou em decorrência da utilização do conteúdo e que viole o presente regulamento e/ou qualquer legislação aplicável ou quaisquer direitos de terceiros e, ainda que não seja denunciado à lide, ou não seja possível assumir a posição do Cineplaneta, seus diretores, empregados ou colaboradores em eventual demanda, arcar com todos os custos decorrentes de tais demandas, incluindo, mas sem se limitar a: custas processuais, honorários advocatícios e eventuais verbas indenizatórias.


4.5 O Cineplaneta e/ou quaisquer terceiros envolvidos neste Concurso Cultural não poderão ser responsabilizados por: i) Qualquer atraso na realização desta Concurso Cultural e/ou o fracasso total ou parcial de qualquer uma das suas obrigações para com os participantes e/ou vencedores de acordo com os termos previstos neste Regulamento como atrasos, mudanças, rupturas, cancelamentos, substituições ou qualquer situação que fuja ao controle do Cineplaneta, sem ser limitado a, guerras, ações ou ameaças terroristas, greves, acidentes, hostilidades, incêndios, inundações ou qualquer desastre natural, assim como, qualquer crise de saúde mundial como SARS – Síndrome Respiratória Aguda Grave, Gripe Suína A, subtipo H1N1, ou qualquer crise constatada pela Organização Mundial de Saúde. ii) Qualquer dano, ferimento ou morte dos participantes, decorrentes de sua participação e/ou se seus atos omissivos e comissivos no período em que estiverem usufruindo da recompensa.


4.6 Os vencedores do concurso serão responsabilizados por quaisquer danos causados à Tambor e a terceiros, decorrentes de suas condutas ou de atos comissivos ou omissivos que lhes sejam atribuíveis, no período em que estiverem usufruindo da recompensa.


4.7 Em hipótese nenhuma, o Cineplaneta e/ou terceiros envolvidos nesta Concurso Cultural arcarão com os custos ou serão responsabilizados pela obtenção/emissão, atualização ou legalidade dos documentos pessoais mencionados neste regulamento.


4.8 Não podem participar desta Concurso Cultural os funcionários, estagiários ou colaboradores do Cineplaneta e de seus cônjuges e parentes até segundo grau, bem como de empresas direta ou indiretamente envolvidas na sua organização.


4.9 As dúvidas não previstas neste regulamento serão julgadas por uma comissão composta por funcionários do Cineplaneta, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis.


4.10 A simples participação nesta Concurso Cultural implica na total concordância com o presente regulamento, servindo ainda como declaração de que cada vencedor não possui qualquer embaraço fiscal, legal ou outro que o impeça de receber e/ou usufruir do prêmio constante deste regulamento.


5. A participação deste Concurso implicará na concordância total e incondicional com todos os itens deste regulamento.


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2010/07/07

Belas Artes apresenta nesta sexta: Noitão Lado B

BELAS ARTES APRESENTA NESTA SEXTA: NOITÃO LADO B

O Noitão de julho acontecerá neste feriado, dia 09 (sexta-eira,) a partir das 23h50, reunindo quatro filmes dentro do tema lado b, uma homenagem aos exploitation movies da década de 70, aquelas pérolas feitas para simples entretenimento, e que carregavam no teor apelativo (diga-se sexo e violência). Os dois filmes inéditos dessa programação são obras recentes, inspirados no estilo cinema b: À Prova de Morte (Death Proof), de Quentin Tarantino, e A Epidemia (The Crazies), de Breck Eisner.

O terceiro filme anunciado é a reprise Tóquio Porrada (Tokyo Fist), de Shin’ya Tsukamoto, exibido no Noitão de dezembro de 2006. E, como sempre, haverá também um filme-supresa.

Será um Noitão no melhor estilo grindhouse, nome que se dava aos cinemões americanos populares até meados da década de 80, quando o aparecimento do videocassete os levou a sumirem do mapa. Essas salas eram especializadas em exibir filmes de segunda linha, ou seja, produções baratas, com histórias absurdas que mesclavam violência, sexo (às vezes explícito), lutas marciais e ficções científicas com efeitos visuais pra lá de precários. E tinha o detalhe de que as cópias (em película, claro) eram, numa só palavra, podres! Era muito comum arrebentarem durante as sessões e os arranhões nos fotogramas faziam parte da cultura.

Isso explica os “defeitos especiais” impressos no acabamento visual de À Prova de Morte. Estão lá os arranhões, as cenas escuras (ou escurecidas), os chiados...Enfim, toda uma sujeira cuidadosamente fabricada. Mas, além disso, o enredo do filme faz jus ao que se pode chamar de um autêntico filme b. Grande fã do gênero, Tarantino misturou vários elementos típicos dos clássicos que ele próprio assistiu ao longo de sua formação como cinéfilo e cineasta. Temos aqui mulheres fatais, carros com vida própria e um homem misterioso, um dublê capaz de coisas literalmente impossíveis ao volante. Mas, acreditem, isso tudo deu muito certo. Tarantino, mais uma vez, sabia o que estava fazendo e não decepcionou. No elenco, destaque para a jovem e bonita Sydney Tamiia Poitier, filha do grande ator Sidney Poitier, e para Kurt Russell, no papel do motorista ensandecido.

A Epidemia é a refilmagem de uma obra de George Romero, um dos nomes mais representativos desse nosso tema, realizador do antológico A Noite dos Mortos Vivos (1968).

O original, de 1973, chama-se O Exercito do Extermínio, e a história revisitada é sobre um estranho acontecimento que leva a população de uma cidadezinha americana ao mais completo e aterrorizante caos. Esse desespero todo é intensamente vivido por um casal que, sem saber o que está havendo, tenta se proteger daqueles que antes eram simples conhecidos, vizinhos inofensivos, agora transformados em perigosos assassinos, que matam uns aos outros sem nenhum motivo, dispostos a destruir tudo o que encontram pela frente.

O responsável pela releitura, Breck Eisner, ainda é um cineasta de poucos filmes, mas que já teve pelo menos um deles lançado no Brasil: Sahara, de 2005, com Penélope Cruz e Matthew McConaughey nos papéis principais.

Para enriquecer ainda mais o cardápio desse Noitão, haverá a reapresentação de Tóquio Porrada, assinado pelo mestre do exagero e do humor bizarro, o japonês Shin’ya Tsukamoto.

A ação desse filme começa quando um jovem executivo visita uma academia de boxe e lá encontra um antigo desafeto, um sujeito incômodo, que invade a sua vida, forçando intimidades, até dar em cima de sua noiva. Ela, até então uma mocinha suave e de gestos elegantes, resolve se transformar numa fera das artes marciais, só para dar uma boa surra no sujeito mala que chegou para lhe tirar do sério. Puro sadomasoquismo.

Entre as sessões do Noitão, todos os espectadores participam de sorteios de brindes (DVDs, camisetas, livros e ingressos exclusivos do Belas Artes) e ao final do último filme é oferecido um café da manhã para todos os sobreviventes.


À PROVA DE MORTE (Death Proof)

EUA, 2007, cor, 114 min., 16 anos.
Direção: Quentin Tarantino
Elenco: Kurt Russell, Sydney Tamiia Poitier e Rosario Dawson.
Sinopse: Lindas e voluptuosas mulheres, entre elas uma DJ super sexy, são perseguidas em dois tempos diferentes por um dublê cheio de cicatrizes, que usa seus carros “à prova de morte” para executar seus planos diabólicos. Filme inédito de Quentin Tarantino, no qual ele faz uma espécie de homenagem ao “cinema b” americano da década de 70.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=WhpfoRj32EQ

A EPIDEMIA (The Crazies)

EUA, 2010, cor, 101 min., 14 anos.
Direção: Breck Eisner
Elenco: Timothy Olyphant, Radha Mitchell e Joe Anderson.
Sinopse: A primavera acaba de chegar numa tranquila cidade do interior, onde a simplicidade toma conta das pessoas e suas rotinas. Mas neste ano, a estação trouxe algo além de flores. Misteriosamente, os moradores tornam-se pessoas silenciosas e... extremamente agressivas! Um casal se vê cercado por aqueles que um dia já foram seus vizinhos e amigos, mas agora vagam pela cidade com um único objetivo em mente: matar, destruir, aniquilar. Adaptação de O Exército do Extermínio, do mestre de filmes de terror George Romero.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=1equ3zRunKQ

TÓQUIO PORRADA (Tokyo Fist)

Japão, 1995, cor, 87 min., 14 anos.
Direção: Shin’ya Tsukamoto
Elenco: Fujii Kahori, Tsukamoto Koji e Hizuru Tsukamoto.
Sinopse: Um pacato corretor de seguros reencontra casualmente um antigo rival dos tempos de colégio que se tornou lutador de boxe e, mesmo tentando evitá-lo, a reaproximação acontece e ganha proporções que vão muito além dos limites da tolerância. Quando o pseudo-amigo passa a assediar a sua noiva, o jovem executivo resolve fazer justiça com as próprias mãos, dando início a um duelo ambíguo, misto de vingança e de sadomasoquismo.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=X1tmDxuqhBA


NOITÃO LADO B NO BELAS ARTES
Sexta-feira, 09 de julho, a partir das 23h50.
Ingressos: R$ 18,00 (estudantes e idosos pagam meia-entrada), à venda a partir das 14h da quinta-feira (véspera do evento).
Para sua maior comodidade, adquira seu ingresso pela internet: www.ingresso.com.br

Belas Artes
Rua da Consolação, 2423
Tel.: 3258-4092
Mais informações:
Marione Tomazoni:
marionetomazoni@cinnamon.com.br
(11) 3062-2015 ramal 21

Léo Francisco:
leofrancisco@cinnamon.com.br
(11) 3062-2015 ramal 26




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Promoção especial do filme "O Grão"

Promoção especial do Cineplaneta

Para pré estreia do filme "O Grão" que ocorrerá nesta quinta feira, às 21:00 no Cine Odeon no Rio de Janeiro.

Basta imprimir o convite e apresentar na sessão.

De cineplanetafotos

link de convite do filme

http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/vRVOImVauuyOe_KnXrbdNw?feat=directlink


O Grão

Petrobras
e
Ministério da Cultura

Apresentam
Uma produção Iluminura Filmes
Distribuição Usina Digital
O GRÃO
Um filme de Petrus Cariry

Site Oficial:
www.ograo.com.br
BRASIL - 2007 - 88 MINUTOS - 35 mm - DOLBY DIGITAL
Contemplado em seleção pública do Programa Petrobras Cultural


titulo original: (O Grão)
lançamento: 2007 (Brasil)
direção: Petrus Cariry
atores: Leuda Bandeira,Verônica Cavalcanti,Nanego Lira,Kelvya Maia,Luís Felipe Ferreira
duração: 88 min
gênero: Drama
status: inéditos


ficha técnica:
título original:O Grão
gênero:Drama
duração:01 hs 28 min
ano de lançamento:2007
site oficial:
estúdio:Iluminura Filmes
distribuidora:Petrus Cariry
direção: Petrus Cariry
roteiro:Rosemberg Cariry, Firmino Holanda e Petrus Cariry
produção:Ivo Lopes Araújo
música:
fotografia:
direção de arte:Lana Patrícia
figurino:
edição:Petrus Cariry e Firmino Holanda


sinopse:
Perpétua, sentindo a presença da morte, decide preparar Zeca, seu neto, para a separação que se aproxima. Ela lhe conta a história de um rei e uma rainha, muito ricos e poderosos, que perderam seu único filho e sonham em trazê-lo de volta à vida. Enquanto Perpétua conta a história, Damião e Josefa trabalham para sustentar a casa e preparar o casamento de sua filha, Fátima.
elenco:
Leuda Bandeira
Verônica Cavalcanti
Nanego Lira
Kelvya Maia
Luís Felipe Ferreira

fotos





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FESTIVAIS E PRÊMIOS

19° FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE DE VIÑA DEL MAR
(PRÊMIO “GRAN PAOA” MELHOR FILME)
11° MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
(PRÊMIO DESTAQUE DA CRÍTICA)
18° CINE-CEARÁ - FESTIVAL IBEROAMERICANO DE CINEMA
(PRÊMIO DE MELHOR LONGA – Júri do Banco do Nordeste, PRÊMIO DE MELHOR
PRODUÇÃO CEARENSE E PRÊMIO DE DIREÇÃO DE ARTE)
BRAZILIAN FILM FESTIVAL OF MIAMI 2008
(PRÊMIO DE MELHOR FOTOGRAFIA)
L’ALTERNATIVA – FESTIVAL DE CINE INDEPENDENTE DE BARCELONA 2007
(PRÊMIO DE MENÇÃO HONROSA)
20° RENCONTRES CINÉMAS D´AMÉRIQUE LATINE DE TOULOUSE
(Seleção Oficial)
24° FESTIVAL DE CINE DE BOGOTA
(Seleção Oficial)
31° MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO
(Seleção Oficial – Novos Diretores)
22° FESTIVAL DEL CINEMA LATINO AMERICANO DI TRIESTE
(Seleção Oficial)
1° FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO EM TORONTO
(Seleção Oficial)
29° FESTIVAL INTERNACIONAL DEL NUEVO CINEMA LATINO AMERICANO
(Seleção Oficial)
12° FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE KERALA (ÍNDIA)
(Seleção World Cinema)
MOSTRA DO FILME LIVRE 2008 – RJ
(Seleção Oficial)
1° LOS ANGELES BRAZILIAN FILM FESTIVAL
(Seleção Oficial)
MUESTRA DE NUEVOS REALIZADORES ICAIC 2008
(Mostra Informativa)
26° FESTIVAL CINEMATOGRÁFICO INTERNACIONAL DEL URUGUAY
(Seleção Oficial)
2° FESTIVAL DE CINE LATINOAMERICANO EM OAXACA
(Seleção Oficial)
12° FENART – FEIRA NACIONAL DA ARTE DE JOÃO PESSOA
(Seleção Oficial)
15° FESTIVAL DE CINEMA E VÍDEO DE CUIABÁ
(Seleção Oficial)
5° FESTIVAL DE CINEMA DE MARINGÁ
(Seleção Oficial)
CINESUL 2008 - FESTIVAL IBEROAMERICANO DE CINEMA (RJ)
(Seleção Oficial)
1° CINE FEST BRASIL - ITÁLIA
(Seleção Oficial)
1° CINE MADA DE CINEMA E VÍDEO
(Seleção Oficial)
FESTIVAL DE CINE DE LOS PUEBLOS DEL SUR 2008
(Seleção Oficial)
III MOSTRA DO CINEMA NORDESTINO
(Seleção Oficial)
7° DISCOVERING LATIN AMERICA FILM FESTIVAL (LONDRES)
(Seleção Oficial)
31° FESTIVAL GUARNICÊ DE CINEMA
(Seleção Oficial)
NOTAS DE IMPRENSA
"Uma estrada sem fim, num tempo que não passa. “O Grão” nos transporta assim para um lugar no meio do nada. Longe, onde o tempo tem outra velocidade. Aos acostumados à vida na metrópole, a primeira impressão é de lentidão. Com este recurso, o espectador é levado para uma realidade distinta. A vida num povoado do agreste brasileiro, onde a festa de casamento da filha custa cinco reais e é duro conseguir o dinheiro. O filme é poesia quando mostra o amor da avó, preocupada em deixar o neto tranqüilo com a sua morte. Nada é explícito, mas tudo toca
fundo no coração. As relações humanas, a família partida com o sonho dos filhos em melhorar de vida. A essência e o grão do amor estão lá em todos os momentos do filme, apesar da dureza e do aspecto rústico dos personagens".

Adriana de Castro – Jornalista e apresentadora



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Biografia Justin Bieber

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Biografia Justin Bieber

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Justin Bieber

Justin Bieber em 2009

Informação geral

Nome completo Justin Drew Bieber
Data de nascimento 1 de março de 1994 (16 anos)
Origem Stratford, Ontário
País Canadá
Gêneros Pop
R&B
Instrumentos Vocal, guitarra, piano, bateria, trompete
Período em atividade 2007 - presente
Gravadora(s) Island, RBMG

Afiliações Usher, Ludacris

Justin Drew Bieber (Stratford, 1 de março de 1994, é um cantor de pop e R&B canadense. Suas apresentações foram vistas no Youtube por Scooter Braun, que eventualmente se tornou seu agente. Braun levou Bieber para Atlanta, Geórgia, para conversar com Usher e logo ele assinou um contrato com a Island Records, onde começou sua carreira profissional.
A primeira parte das duas de seu álbum de estréia My World foi lançada em 17 de novembro de 2009. Quatro singles bem-sucedidos foram lançados antes do álbum: "One Time", "One Less Lonely Girl", "Love Me" e "Favorite Girl", todas top 15 na Canadian Hot 100 e top 40 na Billboard Hot 100. Isso tornou Bieber o único artista da história da Billboard a ter quatro singles de um
álbum de estréia posicionando no top 40 da Hot 100 antes do lançamento do álbum.
My World recebeu geralmente resenhas positivas dos críticos musicais e debutou na posição #6 da Billboard 200, vendendo 137 mil cópias durante sua primeira semana, o que foi o segundo melhor início de vendas de um novo artista em 2009. O álbum também estreou na primeira posição da Canadian Albums Chart e ganhou o certificado de Ouro da CRIA em uma semana.
Menos de um mês após o lançamento, seu álbum foi certificado Platina no Canadá, pela venda de mais de 80.000 cópias no país. Em janeiro de 2010, ganhou o mesmo certificado nos Estados Unidos, por vendas acima de um milhão de cópias. Também foi certificado Prata no Reino Unido.A segunda metade do álbum, My World 2.0, foi lançada em 23 de março de 2010 e estreou na primeira posição da Billboard 200, vendendo 283 mil cópias em sua primeira semana.

O primeiro single, "Baby", foi liberado em 18 de janeiro de 2010.
Justin foi nomeado a estrela mais quente pela revista J-14, revelação do ano pela MuchMusic,e listado pela Celebuzz no top 10 artistas revelados pelo Youtube da década.

Biografia

Justin nasceu em Stratford, Ontário, e foi educado por sua mãe solteira, Pattie Mallette. Ele tinha 12 anos de idade quando entrou em uma competição de canto local, ficando em segundo lugar. Ele aprendeu sozinho a tocar piano, bateria, guitarra e trompete. No final de 2007, Bieber e sua mãe começaram a postar vídeos no Youtube, para que os membros de sua família e amigos que não haviam assistido suas apresentações pudessem vê-las, postando suas versões de músicas de Usher, Chris Brown, Stevie Wonder, Justin Timberlake, Ne-Yo e outros.
Scooter Braun, ex-executivo de marketing da So So Def, viu seus vídeos e levou Bieber para Atlanta, Geórgia, onde ele encontrou o cantor e compositor de R&B Usher. Uma semana mais tarde, Justin teve a oportunidade de cantar para Usher, que lhe recomendou para uma audição com Antonio L.A. Reid na Island Records, que o contratou para a gravadora em outubro de 2008. Justin Timberlake também estava interessado em assinar com Bieber, mas ele eventualmente assinou com Usher. Justin e sua mãe se mudaram então para Atlanta, onde também moram Usher e Braun, para apoiar sua carreira. Bieber também falou em uma entrevista que ele fica frequentemente em sua casa em Stratford.
Carreira musical

O primeiro álbum de Justin, My World, foi lançado em 17 de novembro de 2009. O álbum conta com o vocal de apoio de Usher, que aparece no videoclipe de "One Time", que foi seu primeiro single. Bieber realizou uma turnê promocional para divulgar o single e esteve em várias estações de rádio. "One Time" alcançou a posição #12 na Canadian Hot 100 durante sua primeira semana, em julho de 2009, e a #20 na Billboard Hot 100. Em 26 de setembro de 2009, "One Time" foi certificado Platina no Canadá. Os três singles seguintes foram "One Less Lonely Girl", "Love Me" e "Favorite Girl", os dois últimos exclusivamente no iTunes, e ficaram posicionados no top 15 do Canadá e no top 40 dos Estados Unidos.
Bieber se apresentou em diversos programas como VMA 09 Tour da mtvU, o programa europeu The Dome, The Next Star, The Today Show, The Wendy Williams Show, Lopez Tonight, The Ellen DeGeneres Show, It's On with Alexa Chung, Good Morning America, Chelsea Lately e 106 & Park com Rihanna. Bieber também fez uma participação em um episódio de True Jackson, VP, em 2009. Em outubro de 2009, Justin foi votado como o 5º "Melhor Bom Exemplo de 2009" pela JSYK da AOL.
Bieber fez uma performance para o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e a primeira dama Michelle Obama na Casa Branca para o Christmas in Washington, um especial musical televisionado que beneficiou o National Children's Medical Center e que foi exibido em 20 de dezembro de 2009 na TNT. Ele apresentou "Someday at Christmas", de Stevie Wonder, no programa. Ele se apresentou no 52º Grammy Awards em 31 de janeiro de 2010, com Kesha.
Justin abriu os shows da Fearless Tour de Taylor Swift no Reino Unido e fez uma pequena turnê de cinco shows no Canadá, patrocinada pela Urban Behavior. Bieber confirmou que irá viajar para sua primeira turnê completa em algum momento de 2010, e que vai abrir novamente o show de Taylor Swift quando ela se apresentar no Gillette Stadium durante o concerto anual para o vencedor do prêmio CMA Entertainer of the Year. Justin foi convidado para participar como um dos vocalistas na regravação de We Are The World em benefício das vítimas do terremoto no Haiti, denominada "We Are the World 25 for Haiti", onde canta a primeira linha - originalmente de Lionel Richie. Ele também participou de outro projeto pela mesma causa, composto apenas por artistas canadenses, creditados como Young Artists for Haiti, que gravaram a canção "Wavin' Flag", de K'naan.


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2010/07/05

O Bem Amado



Natasha Filmes, Globo Filmes e a Miravista apresentam:
O BEM AMADO
(Cor / Comédia/ 107 minutos / Brasil / 2010)

Um filme de Guel Arraes


FICHA TÉCNICA
Elenco:
Marco Nanini Odorico Paraguaçu
Maria Flor Violeta
Caio Blat Neco Pedreira
José Wilker Zeca Diabo
Tonico Pereira Vladimir
Andréa Beltrão Irmã Cajazeira – Dulcineia
Drica Moraes Irmã Cajazeira – Judiceia
Zezé Polessa Irmã Cajazeira – Doroteia
Matheus Nachtergaele Dirceu Borboleta
Bruno Garcia Ernesto
Edmilson Barros Chico Moleza

Equipe:
Roteiro: Cláudio Paiva e Guel Arraes
Diretor: Guel Arraes
Produzido por: Paula Lavigne
Diretora-assistente: Olivia Guimarães
Produtora Executiva: Olivia Guimarães e Lili Nogueira
Produtores Associados: Mauro Lima e Beatriz Mafra Vianna
Produtora delegada: Clarice Saliby
Diretor de Fotografia: Dudu Miranda e Paulo Souza
Diretor de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Técnico de Som: Jorge Saldanha
Figurinista: Claudia Kopke
Maquiadora: Lu Moraes
Editor de Som: Casa de Som
Produtor de Finalização: Hugo Gurgel
Montagem: Caio Cobra
Música: Caetano Veloso, Mauro Lima, Berna Ceppas, e Kassin

Fotos







APRESENTAÇÃO
De carisma inegável e caráter duvidoso, adorado e odiado, Odorico Paraguaçu define-se, acima de tudo, como político popular. Sua oratória inflamada, exagerada e inventiva vem hipnotizando as massas há algumas gerações. Seja no coreto da praça, nos palcos, na telinha da TV em capítulos diários ou semanais, ou em rápidas inserções no YouTube, o prefeito da pequena cidade de Sucupira mantém o interesse da audiência há mais de quarenta anos – e chega agora à tela grande.
No cinema, ‘O Bem Amado’, mantém a exuberância dos palanques anteriores. Interpretado por Marco Nanini, o prefeito continua a nos divertir “deixando de lado os entretantos” e “indo direto aos finalmentes” – e, enquanto rimos, ele se mantém no poder, gerindo a cidade ao seu bel prazer.
O filme, dirigido por Guel Arraes, é uma sátira política, um vaudeville nordestino, uma farsa brasileira com o humor que marca as produções do diretor - e por que não dizer, um traço marcante da cultura nacional.
Marco Nanini no papel de Odorico Paraguaçu; Matheus Nachtergaele interpretando o fiel assessor Dirceu Borboleta; José Wilker como Zeca Diabo e grande elenco contam a história do político que tem como maior promessa de campanha a construção de um cemitério para a cidade – que realiza, a custa de superfaturamentos e outras maracutaias, mas que não pode concluir por falta de defunto.
A comédia possui também toques de romantismo, principalmente com o caso proibido de Violeta, interpretada por Maria Flor, filha de Odorico, e Neco Pedreira, interpretado por Caio Blat, um jornalista opositor de seu pai. Mesmo o prefeito acaba por misturar amor e política - apesar de se declarar “um homem em estado de viuvice compulsória”.

SINOPSE CURTA
O Bem Amado. Baseado na peça teatral de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária, na administração de Sucupira, a inauguração de um cemitério. Embora apoiado pelas irmãs Cajazeiras e pela população em geral, enfrenta forte oposição liderada por Vladimir, dono do jornaleco da cidade.
Dado o caráter pacato da cidade, a falta de defunto impede o prefeito de realizar sua meta. Nem a chegada de Ernesto - um moribundo praticamente importado, que acaba não morrendo – nem a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho. Odorico procura situações para que alguém morra. Em sua obstinação, termina sendo o primeiro corpo a ser sepultado em Sucupira e passando de vilão a mártir.

SINOPSE LONGA
O Bem Amado. De Guel Arraes (Brasil, 2010). Com Marco Nanini, Matheus Nachtergaele, Zezé Polessa, Drica Moraes, Andréa Beltrão, Maria Flor, Caio Blat, Edmilson Barros, Bruno Garcia e José Wilker.
Fazendeiro rico da pequena Sucupira, Odorico Paraguaçu assume a prefeitura da cidade depois que o antecessor é morto por um matador profissional.
A construção de um cemitério é a realização do seu sonho pessoal e o mote de sua campanha eleitoral. Mas, como na calma cidadezinha ninguém morre, a obra nunca é inaugurada. Odorico inicia então a busca por um defunto, que inclui desde a importação de um doente grave até a contratação dos serviços de Zeca Diabo, o matador de aluguel responsável pela morte do prefeito anterior.
Em campanha contra a construção do cemitério e as armações de Odorico, Vladimir, jornalista e proprietário do jornal A Trombeta, e o seu repórter, Neco Pedreira, vivem a atacar o político. Esse mesmo repórter se apaixona por Violeta, filha do prefeito: os dois vivem uma história de amor proibida, o que dá o tom romântico da comédia.
Odorico Paraguaçu conta com o apoio, quase devoção, das solteironas da cidade - as irmãs Cajazeiras - e também de seu assessor, o sério e honesto Dirceu Borboleta. Na obsessão por conseguir um morto para a já folclórica inauguração da obra, Odorico se torna a razão da abertura do cemitério.

GUEL ARRAES/ Diretor
Guel Arraes é um dos mais respeitados diretores de TV e cinema do país. Filho do ex-governador Miguel Arraes, viveu na Argélia e na França depois que seu pai foi deposto pelo regime militar, em 1964. Em Paris, estudou antropologia e participou do Comitê do Filme Etnográfico, quando conheceu o criador do cinema verdade, o etnólogo e documentarista Jean Rouch.
De volta ao Brasil, em 1980, foi trabalhar na TV Globo com Silvio de Abreu e Jorge Fernando na direção de telenovelas. Aberto a diversas influências – da nouvelle vague francesa às chanchadas da Atlântida – tornou-se diretor de um núcleo de produção da Rede Globo. “Armação Ilimitada”, “TV Pirata”, “Programa Legal”, “Comédias da Vida Privada”, “Central da Periferia”, “O Auto da Compadecida” – minissérie adaptada para o cinema em 2000 - fazem parte do currículo do diretor nas telinhas.
No cinema, trabalhou como diretor nos filmes: “Caramuru – A Invenção do Brasil” - segunda minissérie adaptada para o cinema -, “Lisbela e o Prisioneiro”, uma das maiores bilheterias do cinema nacional, com 3.169.860 espectadores; “Romance” e “O Bem Amado”.
Como produtor esteve presente nos longas: “Meu Tio Matou um Cara” (2006), dirigido por Jorge Furtado; “O Coronel e o Lobisomem” (2006), dirigido por Maurício Farias, com roteiro do próprio Guel; e “A Grande Família” (2007), também dirigido por Maurício Farias.

PAULA LAVIGNE / Produtora
Produtora de grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro, Paula Lavigne começou sua carreira na Sétima Arte, em 1995, produzindo a trilha de "Tieta do Agreste", de Cacá Diegues, e já ganhando o primeiro Disco de Ouro de trilha nacional. A partir daí, Paula, através da Natasha Filmes, passou a se dedicar à produção cinematográfica, com filmes como "Orfeu", de Cacá Diegues (1997), que conquistou a marca de mais de um milhão de espectadores, e "Benjamim", da diretora Monique Gardenberg, baseado na obra de Chico Buarque. Além disso, Paula coproduziu, com Renata Almeida Magalhães, o primeiro longa-metragem de Andrucha Waddington, "Gêmeas", distribuído pela Columbia Pictures em 2000. Em 2003, Paula e o diretor Guel Arraes uniram-se no lançamento de um dos maiores sucessos da retomada do cinema brasileiro, "Lisbela e o Prisioneiro", que teve 3,2 milhões de espectadores. No começo de 2005, novamente Paula Lavigne e Guel Arraes, agora em parceria com o diretor Jorge Furtado e a Casa de Cinema de Porto Alegre, lançaram o longa "Meu Tio Matou um Cara" e, em agosto do mesmo ano, Paula, a Conspiração Filmes e ZCL Produções lançaram "Dois Filhos de Francisco” - A História de Zezé Di Camargo e Luciano, que até hoje é a segunda melhor bilheteria dos últimos 25 anos do cinema nacional. Ainda no final do mesmo ano, levou aos cinemas "O Coronel e o Lobisomem", um filme que trouxe para as telas efeitos especiais nunca antes experimentados em produções brasileiras. Em 2008, Paula Lavigne lança "Romance", de Guel Arraes, um sucesso de críticas e de convites para festivais em todo o mundo, e em 2009 “O Bem Amado”, dirigido e escrito por Guel.

MARCO NANINI / Odorico Paraguaçu
Marco Nanini é dono de uma carreira consagrada pelo público e pela crítica. Desde a sua estreia na TV, em 1969, ele desfilou para os espectadores uma galeria de personagens variados, em novelas como “O Primeiro Amor”, “Carinhoso” e “Gabriela”, ou em seriados como “Caramuru – A Invenção do Brasil”, “Brava Gente” e “A Grande Família”, atualmente no ar.
Sua trajetória no teatro foi também bem-sucedida. Um dos maiores exemplos é a montagem de “O Mistério de Irma Vap”, que estrelou com Ney Latorraca. Por ter ficado 11 anos em cartaz com o mesmo elenco, a peça acabou indo parar no Guinness Book e ainda virou filme.
No cinema, Nanini participou do marco da retomada ao interpretar D.João VI em “Carlota Joaquina, Princesa do Brasil”, de Carla Camuratti. Depois, ainda vieram longas como “Amor e Cia”, de Helvécio Ratton, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Miami; “Lisbela e o Prisioneiro”, dirigido por Guel Arraes; “A Grande Família”, e agora “O Bem Amado”.

JOSÉ WILKER / Zeca Diabo
Ator, diretor, escritor, crítico e produtor, José Wilker dispensa apresentações, sendo impossível resumir uma carreira que inclui a participação em 53 filmes e 43 novelas e minisséries de TV, sem contar a sua atuação no teatro, como autor, diretor e produtor. São mais de 40 prêmios, sendo três Molière, um Mambembe, e dois Kikitos no Festival de Gramado, entre tantos outros.

ANDRÉA BELTRÃO, DRICA MORAES E ZEZÉ POLESSA / As irmãs Cajazeiras
Dulcineia, Judiceia e Doroteia, são as irmãs Cajazeiras, interpretadas por Andréa Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa. Apaixonadas pelo prefeito Odorico Paraguaçu, as irmãs compõem o grupo de apoio ao prefeito. Na novela, o trio vinha em uma versão inocente e puritana; nas telonas, é uma sátira aos grã-finos, mas permanece com o mesmo tom cômico.
Andréa Beltrão, que ao longo de sua trajetória conquistou reconhecimento em papéis na TV, no teatro e no cinema, no “O Bem Amado” é Dulcineia. Irmã do meio, perdeu a virgindade com Odorico e tem o sonho de se casar com o prefeito.
Drica Moraes, que nos cinemas já esteve presente nas produções “Onde anda Você” (2004); “Amores Possíveis” (2001); “Bossa Nova” (2000) e “Traição” (1998), interpreta Judiceia, a caçula das Cajazeiras.
Zezé Polessa é Doroteia, a irmã mais velha. Rígida, tradicional, possui um tom cívico. “Guardou” sua virgindade, diferentemente de Dulcineia, na esperança de se casar com Odorico Paraguaçu.

MATHEUS NACHTERGAELE / Dirceu Borboleta
Originalmente ator de teatro, Matheus Nachtergaele ficou popularmente conhecido depois de interpretar João Grilo, seu papel no cinema em o “Auto da Compadecida”, filme que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Grande Prêmio Cinema Brasil, em 2002. Em “O Bem Amado”, Matheus incorpora Dirceu Borboleta, o assessor fiel do prefeito Odorico Paraguaçu.


Natasha Filmes
Produtora cinematográfica, a Natasha Enterprises é uma das mais influentes do país. Sua primeira produção, com o filme “Lisbela e o Prisioneiro”, foi considerado um dos maiores sucessos da retomada do cinema brasileiro. Baseada na peça de Osmar Lins, essa comédia romântica, estrelada por Selton Mello e Débora Falabella, conquistou plateias no mundo inteiro.
Em seguida, participou do lançamento do filme “Benjamin”, baseado na obra de Chico Buarque. O filme ganhou importantes premiações do cinema nacional, dentre elas o prêmio de melhor atriz no Festival do Rio de 2003 - Cléo Pires - e quatro prêmios no 8° Festival de Cinema Brasileiro de Miami, incluindo o de melhor filme.
Em 2005, com o lançamento das comédias “Meu Tio Matou um Cara” e “O Coronel e o Lobisomem”, a Natasha Filmes reafirma seu potencial para lançar filmes de qualidade para o mercado nacional. Em 2007, a parceria se repete com a Dueto Filmes e a Natasha co-produz o filme “Ó paí, ó”, com direção de Monique Gardenberg.
Com um amplo repertório de títulos, a Natasha esteve à frente de grandes produções do audiovisual nacional como: Lisbela e o Prisioneiro (2003); Benjamin (2004); Meu Tio Matou um Cara (2004); O Coronel e o Lobisomem (2005); Dois Filhos de Francisco (2005); Romance (2007) e Coração Vagabundo (2009).

Globo Filmes (co-produção)
Desde 1998, quando foi criada, a Globo Filmes produziu e/ou coproduziu mais de 90 filmes, levando para as salas de exibição mais de 90 milhões de pessoas. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, apostando em obras de qualidade e valorizando a cultura brasileira, a produtora participou dos dez maiores sucessos de bilheteria da retomada: Se Eu Fosse Você 2, o primeiro da lista, com um público de mais de 6 milhões, 2 Filhos de Francisco, Carandiru, Se Eu Fosse Você, Chico Xavier, Cidade de Deus – com quatro indicações ao Oscar -, Lisbela e o Prisioneiro, Cazuza – O Tempo Não Pára, Olga e Os Normais. Todos ultrapassaram a marca de 3 milhões de espectadores.
A Globo Filmes também tem por objetivo promover a sinergia entre o cinema e a televisão, sempre atenta ao reconhecido padrão Globo de qualidade. Sua filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras. Suas atividades se baseiam nas parcerias com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais, em uma associação de excelência para levar ao público o que há de melhor no cinema brasileiro.

Miravista (Coprodução)
A Miravista é o selo cinematográfico da Buena Vista International para as coproduções na América Latina. O primeiro longa produzido pela Miravista, Ladies Night, estreou no México em 2003. No Brasil, a empresa já levou aos cinemas O Caminho das Nuvens, de Vicente Amorim; Viva voz, de Paulo Morelli; A Dona da História, Muito Gelo e Dois Dedos D’água e Primo Basílio, de Daniel Filho; O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger; O Casamento de Romeu & Julieta, de Bruno Barreto; Jogo Subterrâneo, de Roberto Gervitz; Didi - O Caçador de Tesouros, O cavaleiro Didi e A Princesa Lili e O Guerreiro Didi e a Ninja Lili, de Marcus Figueiredo; A Máquina e Fica Comigo Esta Noite, de João Falcão; Caixa Dois, de Bruno Barreto; Inesquecível, de Paulo Sérgio Almeida; Chega de Saudade, de Laís Bodanzky; O Magnata, de Johnny Araújo; Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella e A Mulher do Meu Amigo, de Claudio Torres.
Além de O Bem Amado, de Guel Arraes, em 2010, também faz parte do calendário de lançamento da Miravista o filme Quincas Berro D´água, de Sérgio Machado.



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