2009/11/06

ALÔ, ALÔ, TEREZINHA!


ALÔ, ALÔ, TEREZINHA!
Um filme de Nelson Hoineff




ALÔ, ALÔ, TEREZINHA!
Um filme de Nelson Hoineff


Com

Roberto Carlos, Gilberto Gil, Fábio Jr., Alcione, Beth Carvalho,

Ney Matogrosso, Cauby Peixoto, Rita Cadillac, Fafá de Belém,

Elke Maravilha, Índia Potira, Gracinha Copacabana, Gretchen,

Chiclete com Banana, Agnaldo Timóteo, Vera Furacão, Loira

Sinistra, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Wanderlea,

entre outros.

Uma produção Comalt

Co-produção Globo Filmes

Distribuição Imovision


www.aloaloterezinha.com.br

Chacrinha é o mais célebre apresentador de programas de auditório do Brasil. Irreverente comunicador do rádio e da televisão, grande sucesso que atravessou quatro décadas entre os anos 50 e 80 e que acabou por transformá-lo num personagem do nosso imaginário. Como uma antena que respondia a seu público, seus programas foram recordistas de audiência e responsáveis por abrir a televisão para o gosto popular, lançando artistas que, anos depois, seriam legitimados culturalmente.

Criou para si um estilo próprio: roupas extravagantes, uma buzina para desclassificar os calouros e um abacaxi como troféu. Inventou e incorporou na linguagem popular bordões como “Terezinha, uh, uh”, “quem não se comunica, se trumbica”, “vocês querem bacalhau?” e “eu vim para confundir e não para explicar”. Ainda nos anos 70 lançou as chacretes, nome que imortalizou suas dançarinas e consagrou a terminação que designaria adiante esse tipo de ajudante de palco. Sua obra foi resgatada pelo Tropicalismo, que percebeu o potencial de desconstrução anárquica de seus programas e via nele uma das mais perfeitas traduções da brasilidade. Caetano Veloso afirma: “Fiquei maravilhado com a riqueza do material que Chacrinha produzia. Ele era um grande criador dentro do panorama da cultura de massas. Uma figura extraordinariamente anti-convencional”. Para Nelson Rodrigues, Chacrinha “é a gigantesca vitória do pé-rapado nacional”. Para o antropólogo Gilberto Freyre: “Chacrinha democratizou, abrasileirou, miscigenou como ninguém o poderoso meio de comunicação que é a televisão”. O Velho Guerreiro balançando a pança e comandando a massa, foi homenageado por Gilberto Gil na música “Aquele Abraço”.

Seu programa era um caldeirão de culturas, sua estética incorporava tudo e promovia a conciliação dos contrários. Para mostrar isso, o filme fará farto uso de material de arquivo, reproduzindo no cinema, com imagem e som de alta qualidade, o espetáculo musical que Chacrinha fazia na televisão.

O filme “Alô, Alô, Terezinha!” documenta essa importante parte da memória cultural do país e ajuda a entender as origens e a lógica da comunicação na televisão brasileira. Além de ser um importante mecanismo de reflexão, o próprio filme se vale como meio de preservação histórica da mais alta qualidade e ferramenta de pesquisa do nosso legado audiovisual.


FICHA TÉCNICA


Titulo Original: Alô, Alô, Terezinha!

Formato: 35 mm / cor / Dolby Digital

Duração: 90 min

País: Brasil

Gênero: Documentário

Produção: Comalt

Co-produção: Globo Filmes

Distribuição: Imovision



Direção: Nelson Hoineff

Produção: Daniel Maia e Paloma Piragibe

Fotografia: Guilherme Süssekind

Edição: Daniel Maia, Felipe Paes, Diana Gandra e Daniela Margutti

Pesquisa: Betty Trisuzzi e Paloma Piragibe

Coordenação de Finalização: Marcelo Pedrazzi

Assistência de Direção: Daniel Maia


FESTIVAIS E PRÊMIOS

13º. Cine PE – Festival do Audiovisual do Recife

- Melhor Filme

- Melhor Montagem

- Melhor Filme – Júri Popular

- Prêmio Gilberto Freyre











Participações Hors-Concours:


Festival do Rio 2009


33º. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo


SINOPSE CURTA

“Alô, Alô, Terezinha!” é um documentário de longa-metragem sobre o maior fenômeno de comunicação do país. Politicamente incorreto, radical, renovador, Chacrinha mudou para sempre a televisão brasileira e expressou um Brasil que estava em torno dela, mas não era percebido. O filme conta a grande aventura de Abelardo Barbosa através da ótica do apresentador. Reúne os núcleos de sua constelação – chacretes, calouros e artistas que passaram por seus programas – para identificar suas individualidades e suas emoções.







SINOPSE LONGA

Abelardo Barbosa, popularmente conhecido como Chacrinha, foi o maior fenômeno da comunicação televisiva brasileira. Sua irreverente e extravagante personalidade associada a uma visão inovadora foi crucial para a consolidação do atual formato dos programas televisivos de auditório, lançando bordões e artistas que conquistaram o imaginário brasileiro.

O documentário “Alô, Alô Terezinha!” aborda a trajetória de Abelardo Barbosa sem ser biográfico, mantendo seu foco no programa que veio para confundir e não para explicar. Através da maior pesquisa já feita sobre este grande comunicador e da recuperação digital de seu legado, o longa-metragem aborda desde a influência da tradição nordestina do Pastoril no programas do Chacrinha ao anárquico apresentador jogando bacalhau no auditório, buzinando para os calouros ou premiando-os com o Troféu Abacaxi.

Repleto de imagens de arquivo, o filme alterna trechos dos programas do Chacrinha com depoimentos atuais, fazendo um paralelo entre essas épocas e mostrando o rumo que tomaram os diferentes integrantes de seus programas, desde as antigas chacretes até artistas como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Wanderléia, Ney Matogrosso, Fábio Jr. e tantos outros descobertos e revelados pelo apresentador.

Seguindo o estilo dinâmico e imprevisível dos programas de Abelardo Barbosa, o filme é uma merecida homenagem ao nosso Velho Guerreiro, um homem à frente de seu tempo.



COMALT – Comunicação Alternativa

A Comunicação Alternativa é uma das mais premiadas produtoras de programas jornalísticos para a televisão brasileira e internacional. Ao longo dos últimos dez anos, já conquistou virtualmente todos os prêmios jornalísticos da televisão brasileira e alguns dos mais importantes da televisão internacional, como o Prêmio Príncipe Rainier III no Festival Internacional de TV de Monte-Carlo. Entre os prêmios conquistados pelos programas e documentários produzidos destacam-se ainda o Troféu Imprensa (conquistado três vezes), o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o SuperCap de Ouro (conquistado duas vezes).

Programas como o “Documento Especial” (SBT/Bandeirantes) figuram entre os de maior audiência do país em todos os tempos. “Primeiro Plano” (GNT/TV Cultura/TVE) trouxe a vanguarda à televisão brasileira. “Vida Online” e “CyberKids” levam a tecnologia brasileira toda semana aos assinantes do Discovery Kids de todo mundo. Ao todo, a Comunicação Alternativa já levou ao ar mais de mil horas de programação inédita em TVs do Brasil e do exterior. É também pioneira na produção e exibição em High Definition para grandes espaços no Brasil. O “Cine Caverna”, módulo produzido para a Mostra do Redescobrimento Brasil + 500, constituído por um documentário em HD, uma instalação multimídia e um grande espaço temático, foi visitado, em 2000, por 1.8 milhão de pessoas no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Em 2009, a Comalt lança dois documentários de longa-metragem: “Alô, Alô, Terezinha!”, sobre a obra de Abelardo Barbosa, e “Caro Francis”, sobre a trajetória de Paulo Francis. Também neste ano, lançou uma série de 13 episódios para o Canal Brasil, intitulada “Celebridades do Brasil”. Atualmente, a Comalt produz dois novos longas-metragens: “Cauby - Começaria Tudo Outra Vez” e “Nilo Machado - Um Cineasta Brasileiro”.

IMOVISION

Distribuidora presente no Brasil há 21 anos, a Imovision vem se consolidando como uma das maiores incentivadoras do melhor cinema, tendo lançado mais de 300 filmes no Brasil.

Criada pelo empresário francês Jean Thomas Bernardini, a empresa trabalha com produções independentes nacionais e internacionais, que alcançaram consagração nos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, como Cannes, Veneza, Toronto e Berlim.

Mantendo seu foco em títulos independentes de qualidade, a Imovision foi a responsável por introduzir no Brasil movimentos cinematográficos internacionais expressivos, como o Movimento Dogma, o cinema iraniano e o cinema chinês.

Desde 2003, a Imovision distribui filmes brasileiros, tendo em sua carteira filmes como “Cinemas, Aspirinas e Urubus”, “Baixio das Bestas”, “A Casa de Alice”, “O Prisioneiro da Grade de Ferro”, “Nossa Vida Não Cabe num Opala”, entre outros, e agora aposta todas as suas fichas no fascinante documentário “Alô, Alô, Terezinha!”.


GLOBO FILMES


A Globo Filmes foi criada em 1998 com os objetivos de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual brasileira e aumentar a sinergia entre o cinema e a TV. Desde a sua criação, a Globo Filmes tem participado de vários sucessos de bilheteria, todos superando os três milhões de espectadores. Ao todo, a Globo Filmes participou da produção de mais de 70 filmes que alcançaram cerca de 70 milhões de espectadores nas salas de cinema, formou parcerias com mais de 40 produtores independentes e sempre esteve comprometida com a cultura brasileira.

Entre as dez maiores bilheterias da retomada do cinema brasileiro, nove são filmes co-produzidos pela Globo Filmes. Isto é o resultado da soma dos melhores talentos e do empenho de esforços pela criação, desenvolvimento e valorização do cinema nacional.

As atividades da Globo Filmes são pautadas nas parcerias com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais, numa associação de competências para desenvolver o melhor em produções cinematográficas. Sempre associada à credibilidade e ao padrão de qualidade da TV Globo, a Globo Filmes está colaborando para o definitivo amadurecimento do setor, criando uma nova forma de fazer cinema no Brasil.

A estratégia de criar parcerias entre os produtores independentes, os distribuidores e a Globo Filmes tem sido determinante para o desenvolvimento do cinema de mercado no Brasil, além de fomentar o aprimoramento profissional, a geração de empregos no setor e, principalmente, trazer o público das produções nacionais novamente para as salas de cinema.

DIREÇÃO – NELSON HOINEFF


Em televisão, dirigiu o departamento de Programas Jornalísticos da Rede Manchete e foi diretor de programas jornalísticos no SBT, Rede Bandeirantes, GNT, TV Cultura e TVE do Rio, onde também atuou como consultor de programação em 2003.

Entre as séries e programas mais conhecidos que dirigiu está o Documento Especial (premiado várias vezes no Brasil e também em Monte-Carlo e Berlim), programa que revolucionou a linguagem, o universo temático e a forma de abordagem do telejornalismo brasileiro. Entre os muitos outros programas de televisão que dirigiu figuram o Primeiro Plano (GNT depois Cultura, sobre as vanguardas artísticas brasileiras), Programa de Domingo (Manchete), Realidade (Band), Curto-Circuito (TVE) e outros.

Especializou-se em HDTV e novas tecnologias de distribuição de TV em Nova York - onde fez seu mestrado e doutorado - e Tóquio.

Em jornalismo impresso, foi editor-executivo do Jornal do Brasil, além de ter passado, como editor, colunista ou articulista, por veículos como Veja, O Globo, Folha de S.Paulo, Observatório da Imprensa, entre muitos outros. No Jornal do Brasil e no Observatório da Imprensa publicou mais de 200 artigos sobre televisão, políticas do audiovisual e cultura brasileira.

Através de sua produtora, participou da produção de séries para o Discovery Channel e Discovery Kids. Dirigiu de mais de 500 documentários, seja na forma de séries de televisão ou como produtos isolados. Entre os mais conhecidos estão O Século de Barbosa Lima Sobrinho, TV Ano Zero, O Filtro da Imprensa (sobre a modernização da imprensa brasileira a partir do final dos anos 40) e O Homem Pode Voar , documentário de longa-metragem sobre a obra de Alberto Santos-Dumont, que teve como roteirista o físico brasileiro Henrique Lins de Barros. O filme foi lançado comercialmente nos cinemas em 2006 pela RioFilme e depois distribuído em DVD pela Editora Abril e exibido no History Channel, TVE e outras emissoras.

Em 2008, dirigiu o longa-metragem Alô, Alô, Terezinha!, sobre a obra de Abelardo "Chacrinha" Barbosa, filmando mais de 150 horas e levantando igual tempo de material de arquivo. Alô, Alô, Terezinha destrincha a carreira de mais de 25 chacretes e outros tantos calouros e artistas que passaram pelos programas de Chacrinha. No mesmo ano, iniciou também o projeto de outro longa-metragem, Caro Francis, sobre a vida e sobretudo a veia transgressora de Paulo Francis, um dos mais influentes jornalistas brasileiros do século 20, de quem Hoineff foi um dos amigos mais próximos. Caro Francis foi filmado no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova York e tem lançamento previsto para 2009.

Além de fundador e atual vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACC-RJU), Hoineff é fundador e membro da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPITV). Participou ainda da fundação do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro (CPCB). É membro do Conselho Consultivo da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e membro do Conselho Superior de Cinema da Presidência da República.

ABELARDO BARBOSA

José Abelardo Barbosa de Medeiros nasceu em Surubim, Pernambuco, em 30 de setembro de 1917. Mudou-se com a família para Campina Grande, na Paraíba, quando tinha 10 anos e, aos 17, foi estudar no Recife. Em 1936, entrou para a Faculdade de Medicina, mas não concluiu o curso. Em 1940, foi para o Rio de Janeiro decidido a trabalhar em rádio.

Começou a carreira como locutor na Rádio Tupi. Em 1943, lançou na Rádio Clube Niterói o programa de marchinhas de carnaval Rei Momo na Chacrinha. Fez tanto sucesso que passou a ser conhecido como Abelardo “Chacrinha” Barbosa. Pouco depois, assumiu o apelido como nome artístico.

Durante os anos 1950, trabalhou em várias emissores de rádio apresentando o programa Cassino do Chacrinha, no qual lançou sucessos como Estúpido cupido, de Celly Campello, e Coração de luto, de Teixeirinha. Mesmo depois de se tornar sucesso na TV, Chacrinha nunca abandonou o trabalho em rádio.

A estréia na televisão aconteceu em 1956, na TV Tupi, com o programa Rancho alegre, paródia aos filmes de faroeste, no qual interpretava o xerife. No ano seguinte, começou a apresentar também a Discoteca do Chacrinha, na mesma emissora. No início dos anos 1960, apresentou sua Discoteca na TV Excelsior e na TV Rio, sempre com grande sucesso.

Em julho de 1967, foi contratado pela TV Globo para apresentar dois programas: a Discoteca do Chacrinha, às quartas-feiras, e A hora da buzina, rebatizado em 1970 como Buzina do Chacrinha, aos domingos.

Em dezembro de 1972, Chacrinha voltou para a TV Tupi. Em 1978, mudou-se para a TV Bandeirantes e, em março de 1982, retornou à TV Globo, agora para apresentar nas tardes de sábado o Cassino do Chacrinha, programa de auditório com atrações musicais e show de calouros, com a direção de José Aurélio “Leleco” Barbosa, filho do apresentador, e de Helmar Sérgio.

Em seus programas, o “velho guerreiro”, como também era conhecido, exerceu seu talento único para a comunicação através de uma persona extravagante que o tornou um ícone da televisão brasileira. Até o início dos anos 1960, vestia-se de terno e gravata para apresentar os programas. Depois, passou a se apresentar com figurinos espalhafatosos – o primeiro deles incluía um boné de disc-jóquei e um enorme disco de telefone para pendurar no pescoço – ou fantasiado das coisas mais bizarras, como baiana estilizada, telefone gigante, noiva ou mulher-maravilha.

Durante o programa, fazia soar a buzina de mão que usava para desclassificar os calouros nos concursos que promovia. Tinha o hábito de apontar para o próprio nariz quando queria enfatizar uma de suas frases, ao mesmo tempo debochadas e insólitas, que se tornavam bordões instantâneos, como: “Alô, Terezinha!”, “Quem não se comunica se trumbica”, “Na TV nada se cria, tudo se copia” e “Eu vim para confundir e não para explicar”. O apresentador também distribuía bacalhau, farinha, abacaxis e vegetais para os convidados da platéia.

Os programas de Chacrinha contavam ainda com as chacretes – dançarinas que faziam coreografias durante as atrações e tinham nomes exóticos como Rita Cadillac, Fernanda Terremoto e Fátima Boa Viagem – e com o seu corpo de jurados, do qual fizeram parte figuras marcantes como o produtor musical Carlos Imperial, a cantora Aracy de Almeida, a transformista Rogéria e a atriz Elke Maravilha.

Por conta de seu comportamento anárquico, Chacrinha teve problemas com setores mais conservadores da sociedade e com a Censura Federal. Durante sua primeira passagem pela TV Globo, foi importunado pelos censores que não permitiam que as câmeras mostrassem os corpos das chacretes e procuravam inibir suas brincadeiras, especialmente as frases de duplo sentido. Numa ocasião, o apresentador se sentiu desrespeitado na maneira de ser abordado nos bastidores do programa e chegou a escrever à Censura Federal, reclamando formalmente dos maus-tratos recebido pelos censores.

Todos os anos, Chacrinha lançava marchinhas de carnaval que ficaram famosas. Em 1987, foi homenageado pela Escola de Samba carioca Império Serrano, com o enredo “Com a boca no mundo: quem não se comunica se trumbica”. Chacrinha fechou o desfile, no alto de um carro alegórico, cercado de chacretes e acompanhado da jurada Elke Maravilha e do seu assistente de palco, Russo. No mesmo ano, recebeu do então presidente da República, José Sarney, o grau de comendador.

Em 1988, a saúde de Chacrinha começou a dar sinais de que não ia bem. O humorista João Kléber chegou a apresentar alguns programas em seu lugar. Em junho, o apresentador voltou ao comando do programa, mas, ainda não totalmente restabelecido fisicamente, precisou da ajuda de João Kléber. O último Cassino do Chacrinha foi ao ar no dia 2 de junho de 1988. Chacrinha faleceu em 30 de junho de 1988, aos 70 anos.

Chacrinha chegou a trabalhar também como ator nos seguintes filmes: “Virou bagunça” (1960), “Três colegas de batina” (1962), “Na onda do Iê Iê Iê” (1966), “007 ½ no Carnaval” (1966), “Carnaval barra limpa” (1967), “Balada de página três” (1968), “Pobre príncipe encantado” (1969), “Como vai? Vai bem?” (1969), “Pais quadrados, filhos avançados” (1970), Amor em quatro tempos (1970), Paixão de um homem (1972), “Já não se faz amor como antigamente” (1976), “Aventuras de um paraíba” (1982) e “Leila Diniz” (1987).

Também participou, como ele mesmo, dos filmes “Rio à noite” (1962), “A opinião pública” (1967), “As delícias da vida” (1974), “Intimidade” (1975), “Milagre – o poder da fé” (1979) e “Fênix” (1980).





Cineplaneta trazendo o melhor do entretenimento para você..

"Cineplaneta a sua emoção começa aqui"

0 comentários:

Postar um comentário

Cineplaneta o seu canal cultural, muito obrigado pelo seu comentário.

Blog Widget by LinkWithin

Parceria

Adicione e envie um e-mail para mkt@cineplaneta.com.br

Recent Posts

Ping



Blog: Cineplaneta a sua emoção começa aqui... - Get your quick ping button at autopinger.com!

My Ping in TotalPing.com

Stats Cine


Criteo

wibiya widget

 

WIDGETBOX

diHITT

Blogcatalog

Cine Planeta. Copyright 2008 All Rights Reserved Revolution Two Church theme by Brian Gardner Converted into Blogger Template by Bloganol dot com