


Elenco
Will Ferrell ... Brennan Huff
John C. Reilly ... Dale Doback
Mary Steenburgen ... Nancy Huff
Richard Jenkins ... Dr. Robert Doback
Jason Davis ... TJ
Wayne Federman ... Blind Man
Kyle Felts ... Wine Mixer Heckler
Travis T. Flory ... Redheaded Kid
Kathryn Hahn ... Alice Huff
Chris Henchy ... First Homebuyer Husband
Bryce Hurless ... 9-Year-Old Brennan
Brian Huskey ... Interviewer
Ken Jeong ... Employment Agent
Paula Killen ... Rental Agent
Breaunna Lake ... Student
Phil LaMarr ... Second Homebuyer Husband
Logan Manus ... Chris Gardoski
Lili Rose McKay ... 7-Year-Old Girl
Seth Morris ... Doctor
Erica Vittina Phillips ... Second Homebuyer Wife
Shira Piven ... Nurse
Lurie Poston ... Tommy Huff
Maria Quiban ... TV Anchor
Rob Riggle ... Randy
Ian Roberts ... Male Therapist
Seth Rogen ... Sporting Goods Manager
Horatio Sanz ... Lead Singer
Andrea Savage ... Denise
Dmitri Schuyler-Linch ... 6-Year-Old Derek
Adam Scott ... Derek Huff
Laimarie Serrano ... TJ's wife
Jake Szymanski ... Caterer
Gillian Vigman ... HR Woman
Matt Walsh ... Drunk Corporate Guy
Brent White ... Therapy Patient
Elizabeth Yozamp ... Tiffany Huff
Informação de Produção
Will Ferrell e John C. Reilly, que pela última vez participaram juntos do sucesso de bilheteria Ricky Bobby - A Toda Velocidade (Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby), agora estrelam em Quase Irmãos (Step Brothers), dirigido por Adam McKay Ricky Bobby - A Toda Velocidade (Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby), O Âncora - A Lenda de Ron Burgundy (Anchorman: The Legend of Ron Burgundy)). Em Quase Irmãos (Step Brothers), Ferrell interpreta Brennan Huff, um cara de trinta e nove anos, esporadicamente empregado, e que vive com sua mãe, Nancy (Mary Steenburgen). Reilly interpreta Dale Doback, um cara de quarenta anos, terminantemente desempregado e que mora com seu pai, Robert (Richard Jenkins). Quando Robert e Nancy se casam e vão morar juntos, Brennan e Dale são forçados a viver como meio-irmãos. À medida em que o narcisismo e a absoluta preguiça ameaçam separar a “nova” família, estes dois meninos mimados, imaturos e de meia idade resolvem elaborar um plano insano para reunir seus pais novamente. Para conseguir isso, eles precisam criar um improvável vínculo que talvez, mas só talvez, finalmente os colocará para fora de casa.
Columbia Pictures apresenta, em associação com Relativity Media, uma produção Apatow Company / Mosaic Media Group / Gary Sanchez, o filme de Adam McKay, Quase Irmãos (Step Brothers). O filme é estrelado por Will Ferrell, John C. Reilly, Richard Jenkins, Mary Steenburgen, Adam Scott, e Kathryn Hahn. Dirigido por Adam McKay. Produzido por Jimmy Miller e Judd Apatow. O roteiro é de Will Ferrell & Adam McKay, a partir de um argumento de Will Ferrell & Adam McKay & John C. Reilly. Os produtores executivos são Will Ferrell, Adam McKay, e David Householter. O diretor de fotografia é Oliver Wood. O Designer de Produção é Clayton Hartley. A edição é de Brent White. O figurino é de Susan Matheson. A música é de Jon Brion. A supervisão musical é de Hal Willner.
COLOCANDO DIVERSÃO NA DEFICIÊNCIA ORGÂNICA
Will Ferrell, o astro da comédia da Columbia Pictures, Quase Irmãos (Step Brothers), resume os personagens principais descrevendo dois homens adultos num estado de desenvolvimento reprimido. “Dale e Brennan nunca superaram suas idéias adolescentes do que é legal, e de como passar seu tempo quando fossem adultos, do que eles acham diversão. Foi muito divertido explorar isso, pensando, ‘Como seria se você realmente se tornasse, aos 40, o cara que você imaginou quando tinha 13 anos? ’”.
Quase Irmãos (Step Brothers) reúne outra vez Ferrell com John C. Reilly e com o roteirista e diretor Adam McKay depois do bem sucedido trabalho do trio na comédia de sucesso Ricky Bobby - A Toda Velocidade (Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby). Imediatamente após o término da rodagem deste filme, Ferrell, McKay, e Reilly decidiram que a experiência havia sido tão criativamente satisfatória que eles queriam repeti-la. “Sentamos, jantamos e cuspimos todas estas idéias,” Ferrell relembra.
“Quando trabalhamos em Talladega, as cenas mais engraçadas foram aquelas em que estávamos soltos – como o ‘a graça do Menino Jesus’ à mesa de jantar” fala McKay. “Aquela cena não tinha muita história diretiva – era simplesmente sobre o encontro dos personagens e o estabelecimento do tom. Foi importante para nós encontrar uma idéia que, como Talladega, fosse solta o suficiente, mas também tivesse uma engrenagem suficiente para guiar a história.”
Durante o jantar, Ferrell, McKay, e Reilly apareceram com “páginas e páginas de idéias, bem sólida, mas ao mesmo tempo pouco restritiva,” diz McKay. Então, no dia seguinte, enquanto ele tentava vir com a idéia perfeita, um golpe de inspiração “Alguém falou sobre uma cama beliche para seus filhos e eu pensei, ‘Já sei.’ Dois caras adultos, ainda morando em casa, seus pais solteiros resolvem se casar, e agora eles precisam dividir um quarto.”
“Assim que ouvimos a idéia, imediatamente a compramos,” Reilly acrescenta. “Imagine se seus filhos nunca amadurecerem e nunca deixarem a sua casa. Quero dizer, eu amo meus filhos, mas eu realmente espero que um dia eles cresçam e se mudem.”
“O que você faz, se seus filhos são um transtorno?” perguntou o produtor Judd Apatow. “Richard Jenkins e Mary Steenburgen interpretam os pais, e o que é engraçado em suas brigas no filme é que eles realmente não sabem o que fazer. O interessante é que isso é um problema bem comum: como tirar os seus filhos de casa?”
“Brennan e Dale são muito alertas um com o outro. Nenhum deles gosta nenhum pouco da situação atual,” Ferrell diz. “Todas as mudanças quando Dale conhece o irmão mais novo de Brennan, Derek, que vem jantar uma noite com sua família. Derek é completamente o oposto de Brennan. Ele é bem sucedido, bonito, e tudo estão dando certo para ele. Ele também atormentou Brennan a vida toda. Dale vem defender Brennan, socando Derek, e a partir deste momento, Dale e Brennan se tornam melhores amigos.”
Reilly explica a rara marca de auto concentração de seu personagem: “Dale é um caso extremo de desenvolvimento reprimido. Seu pai é médico, por isso ele nunca teve que trabalhar para nada. Só faz o que gosta e todo o resto não lhe interessa em nada. Ele gosta de bateria, estilingue, caratê, e fogos de artifícios. Ele é um cara que acha que tem a melhor vida possível e não precisa realmente trabalhar.”
Ainda, apesar de eles interpretarem as “crianças”, Ferrell achou que o conflito central do filme estava em dois outros personagens. “Quando começamos a escrever, surgimos com cenários loucos de toda a espécie de briga entre irmãos que pudéssemos pensar e qualquer cenário adolescente que nos fizesse rir,” Ferrell diz. “Mas à medida que continuamos, nós realmente começamos a nos identificar com os pais.”
McKay diz que quando ele e Ferrell sentam para escrever juntos, o primeiro passo é sempre o improviso. “É como se estivéssemos fazendo isso no palco – ele é um personagem e eu sou um personagem, e ficamos alternando quem interpreta cada parte,” fala o roteirista e diretor. “O objetivo final é apresentar alguma coisa que faça a outra pessoa rir. Nós revezamos, trocamos idéias – eu vou deitar no chão, dizer qualquer coisa que me venha à cabeça e Will vai escrever. Ele vai colocar sentido nisso tudo e aí nós trocamos – eu vou reescrever as cenas e ele vai fazer o trabalho de sentar no sofá e disparar idéias insanas.”
“Eu conheço Adam já faz aproximadamente 12 anos,” diz Ferrell. “Nós dois fomos contratados para ‘Saturday Night Live’ ao mesmo tempo. Ele teve uma longa carreira como improvisador e ator antes de se tornar unicamente um escritor, e eu acho que isso influenciou seu estilo de direção. Isso permite muita liberdade.”
“Eu gosto de trabalhar com Will e Adam porque eles são realmente dois dos caras mais legais da indústria,” fala o produtor Judd Apatow. “Eles são realmente engraçados, gostam mesmo de fazer filmes, fazem um ao outro rir, e fazem do set um lugar realmente feliz. Na verdade, quando estou dirigindo um filme e alguma coisa acontece, eu penso, ‘O que Adam McKay faria? ’”
À medida em que escreviam, Ferrell e McKay tentavam garantir que os personagens, que superficialmente pareciam iguais, tivessem uma diferença entre eles que os atores pudessem explorar. “John interpretaria Dale, e ele seria mais como um planejador com uma “mente para negócios” – apesar de ter idéias terríveis,” Ferrell brinca. “Ele é aquele que tem a direção e iniciativa, assim como é. Brennan seria um pouco mais sensível, um pouco mais fala-mansa. Ele se imaginava um lindo cantor, mas é claro, com um medo terrível de cantar em público.
“A partir daí, seguimos estas diretrizes para construir os personagens e escrever as cenas apropriadamente, em termos do que estes personagens falariam ou fariam, apesar de trocarem de atitude algumas vezes,” Ferrell prossegue. “Adoro isso nos personagens e no filme. Brennan às vezes se torna o líder e Dale o seguidor. Acho que isso faz tudo muito mais interessante.”
Quando o roteiro estava pronto, Ferrell e Reilly começaram a trabalhar no formato dos desempenhos que dariam vida aos personagens. “Eu iria para casa, observar a reação dos meus filhos quando não conseguiam algo que queriam, ou uma boa briga entre irmãos, e isso definitivamente informou meu personagem,” conta Reilly. “Desta forma, mesmo sendo um filme com classificação indicativa R e estarmos em situações adultas, o filme ganhou muita inocência e alegria.”
“Com esses personagens, existe uma tênue linha que complementa e capacita um ao outro,” acrescenta McKay. “Na verdade, eles nunca deveriam ter se conhecido – mas de alguma forma isso acontece.”
Com liberdade para explorar seus papéis, entretanto, vem a responsabilidade. “Não houve dia fácil neste filme,” conta Reilly. “Você precisa começar o dia pensando, ‘Oh, eu só tenho duas falas nesta cena, eu só estou passando, ’ e horas mais tarde você vai descobrir que seu papel na cena cresceu. Você sempre precisa vir completamente preparado para o set.”
Reilly diz que apesar de ser mais conhecido como ator dramático, que ultimamente atuou em papéis cômicos, para ele, não houve mudança no foco. “Ainda é o mesmo tipo de trabalho,” ele diz. “Não parece tão diferente para mim; é apenas o modo em que as circunstâncias mudam na cena que faz isso absurdo.”
“John e Will têm uma química incrível,” diz Apatow. “Eu não sei de onde isso vem, mas é muito engraçado vê-los juntos e existe alguma coisa em seus estilos cômicos que realmente um equilibra o outro. Eles são como uma grande equipe cômica.”
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